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DICIONÁRIO
DE EXPRESSÕES E FRASES LATINAS
Compilado por HENERIK KOCHER
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1601. Nitor in adversum. [Ovídio, Metamorphoses 2.72]. Luto contra circunstâncias adversas. lNitor in ardua.
1602. Nive cadente, schola vacante. [Rezende 4066]. Quando a neve cai, a escola fica vazia.
1603. Nive candidior. [Grynaeus 191]. (Ele é) mais branco que a neve.
1604. Nix, nox, nux, mihi fuerunt nex. [Jogo de palavras / Rezende 4067]. A neve, a noite e a noz foram minha morte.
1605. Nobile vindictae genus, ignoscere. [DAPR 527]. Perdoar é um gênero nobre de vingança. nPerdoar as injúrias é a mais nobre vingança.
1606. Nobilis equus umbra quoque virgae regitur; ignavus, ne calcari quidem concitari potest. [Quinto Cúrcio, Historiae 7.4]. O cavalo de qualidade é governado até pela sombra da vara; o preguiçoso não pode ser estimulado nem pela espora.
1607. Nobilis es ex crumena. [Suidas / Schottus, Adagia 208]. És nobre por causa da bolsa. nMuito dinheiro fará teu filho cavalheiro. lNobilis es a crumena. [Albertatius 878]. lNobilis ex marsupio. [Apostólio, Paroimiai 9.36]. VIDE: lGenerosus es ex crumena.
1608. Nobilis est ille, quem nobilitant bene villae. [DAPR 348]. É nobre aquele a quem enobrecem as propriedades. nFidalgo sem renda é alforje sem merenda.
1609. Nobilis est ille, quem nobilitat sua virtus. [Tosi 1710]. É nobre aquele a quem enobrece a virtude. nDa virtude vem a nobreza. nA nobreza adquire-se vivendo, não nascendo. nDeixemos pais e avós, por nós mesmos sejamos bons. lNobilis est ille, quem nobilitavit sua virtus; degener est ille, quem virtus nulla beavit. [Carmina Burana]. Nobre é aquele a quem enobreceu sua virtude; degenerado é aquele a quem nenhuma virtude abençoou. VIDE: lNobilitatis virtus non stemma character. lNon genus virum ornat. lNostra nos virtute decet, non sanguine niti. lVirtus sola nobilitat. lVirtus, non stemma. lVirtute decet, non sanguine niti.
1610. Nobilis est ruta, quia lumina reddit acuta. [Regimen Sanitatis Salernitanum, De Ruta 1]. A arruda é uma erva nobre, porque torna os olhos penetrantes.
1611. Nobilis nullus absque consanguineis. [Pereira 113]. Não existe nobre que não tenha parentes. nNem sapateiro sem dentes, nem nobre sem parentes. nNem sapateiro sem dentes, nem escudeiro sem parentes.
1612. Nobilis, ut vitet probrum, dat pectora ferro. [Pereira 107]. O nobre, para repelir o ultraje, enfrenta a espada. nHomem honrado antes morto do que injuriado.
1613. Nobilitas fit rusticitas vitio dominante; rusticitas fit nobilitas virtute iuvante. [Tosi 1710]. A nobreza torna-se rusticidade, se o vício domina; a rusticidade torna-se nobreza, se a virtude ajuda.
1614. Nobilitas morum magis ornat quam genitorum. [Binder]. A nobreza do caráter ilustra mais do que a dos antepassados.
1615. Nobilitas sola est animum quae moribus ornat. [Tosi 1710]. A única nobreza é aquela que adorna o espírito com o caráter.
1616. Nobilitas sola est atque unica virtus. [Juvenal, Satirae 8.20]. A virtude é a única e verdadeira nobreza.
1617. Nobilitas sub amore iacet. [Tosi 1409]. A nobreza submete-se ao amor.
1618. Nobilitat stultum vestis honesta virum. [Binder, Novus Thesaurus Adagiorum Latinorum 149]. As roupas distintas enobrecem até ao tolo. nA roupa faz o homem.
1619. Nobilitate caret, si quis virtute caret. [Sweet 78]. Quem não tem virtude não tem nobreza.
1620. Nobilitatis virtus non stemma character. A virtude, não a árvore genealógica, é a marca da nobreza. nDa virtude vem a nobreza. VIDE: lNobilis est ille, quem nobilitat sua virtus. lNobilis est ille, quem nobilitavit sua virtus; degener est ille, quem virtus nulla beavit. lVirtus, non stemma. lVirtus sola nobilitat.
1621. Nobis invitis. Contra nossa vontade.
1622. Nobis labore venditant divi bona. [Schottus, Adagia 613]. Os deuses nos vendem os bens em troca de trabalho. nNão há atalho sem trabalho. VIDE: lVirtutem posuere dii sudore parandam.
1623. Nobis non licet interficere quemquam. [Vulgata, João 18.31]. Não nos é permitido matar quem quer que seja.
1624. Nobis nunc eundum est. Agora temos de partir.
1625. Nobis vera religio praecipit, ne ira instigemur, sed ei potius resistamus. [S.Agostinho, De Civitate Dei 8.17]. A verdadeira religião nos prescreve que não nos deixemos levar pela ira, mas que resistamos a ela.
1626. Nobis vera religio praecipit, ut nostros etiam diligamus inimicos. [S.Agostinho, De Civitate Dei 8.18]. A verdadeira religião nos prescreve que amemos até nossos inimigos.
1627. Nobiscum Deus. [Vulgata, Isaías 8.10]. Deus está conosco.
1628. Nocens est qui innocenti nocet, aut nocenti parcet. É culpado tanto quem faz mal a um inocente com quem poupa um culpado. VIDE: lNon eris innocens, si aut punias eum cui forte parcendum esset, aut parcas ei qui fuerat puniendus.
1629. Nocens precatur, innocens irascitur. [Publílio Siro]. O culpado implora, o inocente se exalta.
1630. Nocentem absolvere satius est quam innocentem damnare. [Jur]. É preferível absolver o culpado a condenar o inocente. VIDE: lAbsolvere nocentem satius est quam condemnare innocentem. lLevius est nocentem absolvere quam innocentem condemnare. lMelius est impune delictum relinquere quam innocentem damnare. lSatius est impunitum relinqui facinus nocentis quam innocentem damnari.
1631. Nocentem qui defendit, sibi crimen parit. [Publílio Siro]. Quem defende um culpado se expõe a uma acusação.
1632. Nocentes ultro poena sequitur. A punição acompanha espontaneamente os culpados.
1633. Nocentium est trepidare. Tremer é próprio dos culpados. nQuem não deve não teme. nQuem tem culpa no cartório não pode dormir em paz.
1634. Nocere casus non solet constantiae. [Publílio Siro]. A má-sorte não costuma prejudicar a persistência.
1635. Nocere posse et nolle laus amplissima est. [Publílio Siro]. Poder prejudicar e não o querer é um mérito enorme.
1636. Nocte ac die. De noite e de dia. Noite e dia.
1637. Nocte dies premitur, tristi maerore voluptas, gaudia principium cuncta dedere malo. [Pereira 112]. O dia é oprimido pela noite, o prazer, pela aflição; todas as alegrias dão início a algum mal. nNão há gosto sem desgosto.
1638. Nocte iam color unus inest rebus. `[Ovídio, Fasti 4.489, adaptado]. De noite todas as coisas têm uma só cor. nDe noite todos os gatos são pardos. VIDE: lTenebris nigrescunt omnia circum.
1639. Nocte latent fures. [Catulo, Carmina 62.34]. De noite os ladrões não são percebidos.
1640. Nocte latent mendae, vitioque ignoscitur omni. [Ovídio, Ars Amatoria 1.249]. De noite as imperfeições não aparecem, e desculpa-se todo defeito. nDe noite à candeia, parece bonita a feia. nDe noite todos os gatos são pardos. nPrata falsa de noite passa.
1641. Nocte lucidus, interdiu inutilis. [Erasmo, Chiliades 14]. À noite brilhante, durante o dia inútil. nSois feito às avessas.
1642. Nocte nocent potae, sine noxa luce bibuntur. [Ovídio, Metamorphoses 15.33]. À noite as bebidas fazem mal; durante o dia se bebe sem dano.
1643. Nocte pluit tota, redeunt at mane serena. Choveu a noite toda, mas de manhã volta o bom tempo. nNão há bem que sempre dure, nem mal que nunca acabe.
1644. Nocte quomodo hostem civemque distinguam? [Sêneca Retórico, Controversiae 5.7]. À noite, como distinguir um inimigo de um concidadão? nDe noite todos os gatos são pardos.
1645. Noctem dies sequitur. O dia segue a noite. nNão há bem que sempre dure, nem mal que nunca acabe.
1646. Noctem quietam, et finem perfectum concedat nobis Dominus omnipotens. [Da liturgia católica]. Que o Senhor onipotente nos conceda uma noite tranqüila e um fim perfeito.
1647. Noctes atque dies patet atri ianua Ditis. [Virgílio, Eneida 6.127]. A porta do tenebroso inferno fica aberta noite e dia.
1648. Noctesque diesque. [Erasmo, Adagia 1.4.24]. As noites e os dias. Noite e dia.
1649. Noctu urgenda consilia. [Grynaeus 129]. À noite deve-se buscar o conselho. nA noite traz conselho. nPara teu conselheiro não esqueças o travesseiro. VIDE: lIn nocte consilium. lNox dabit consilium.
1650. Noctua volat. [Erasmo, Adagia 1.1.76]. A coruja está voando. (=Os presságios são bons. Boas novas estão para chegar). nA sorte nos sorri.
1651. Noctuae pullus suus pulcherrimus. [DAPR 104]. Para a coruja seu filhote é belíssimo. nCoruja não acha o filho feio. nO escaravelho a seus filhos chama grãos de ouro. VIDE: lNemo non formosus filius matri.
1652. Noctuas Athenas afferre. [DAPR 661]. Levar corujas para Atenas. nVender mel ao colmeeiro. nLevar água ao mar. nLevar ferro a Biscaia. lNoctuas Athenas portare. [Pereira 109]. lNoctuas Athenas mittere. Mandar corujas para Atenas. lNoctuam Athenas. (Levar) coruja para Atenas. [Apostólio, Paroimiai 6.42]. lNoctuas Atheniensibus. [Apostólio, Paroimiai 6.30]. (Levar) corujas para os atenienses. VIDE: lAlcinoo poma dare. lCrocum in Ciliciam ferre.
1653. Nocturnae visiones contrarios eventus nonnunquam pronuntiant. [Apuleio, Metamorphoses 4.27]. Algumas vezes os sonhos anunciam acontecimentos contrários. nSonhos são sonhos. nSonhos são quimeras.
1654. Nocuit cunctis audacia semper. [Dionísio Catão / Tosi 6]. A audácia sempre foi prejudicial a todos.
1655. Nocuit et nocebit. [Grynaeus 206]. Fez mal e fará mal. nQuem fez, fará. nQuem faz uma vez, faz duas e três.
1656. Nocumentum, documentum. [Rezende 4078]. Dano, ensinamento. nO que prejudica ensina. nO que arde cura, o que aperta segura. lNocumenta, documenta. [Stevenson 275]. Danos, ensinamentos. VIDE: lQuae nocent, docent. lQuod nocet, docet. lQuod nocet, saepe docet. lVexatio dat intellectum. lVexatio intellectum dabit auditui.
1657. Nocumentum est etiam multus somnus. [Homero, Odisséia 15.395]. O excesso de sono é prejuízo.
1658. Nodum in scirpo quaeris. [Terêncio, Andria 941; Plauto, Menaechmi 247]. Procuras nó em junco. nProcuras chifre em cabeça de cavalo. nBuscas cinco pés ao gato. lNodum in scirpo ne quaeras. [Pontanus / Stevenson 1318]. Não procures nó em junco. nNão procures asas ao burro. VIDE: lHoc videtur quaerere nodum in scirpo et iniquitatem in domo iusti. lIn scirpo nodum quaeris.
1659. Nodum non solvis. [Schottus, Adagia 223]. Não consegues desatar o nó.
1660. Nodum secuit, non solvit. Cortou o nó, não o desatou. (=Usou a força, não a razão).
1661. Nodum solvere. [Erasmo, Adagia 1.1.6]. nDesatar o nó. nDar no cravo.
1662. Nodus amicitiae. [Cícero, De Amicitia 51]. O vínculo da amizade.
1663. Nolens volens. [Rezende 4080]. Querendo ou não querendo. Concordando ou não. nPor bem ou por mal.
1664. Nolens, volente animo. [Pereira 113]. Recusando, mas com vontade de aceitar. nNão quero, não quero, metei-me neste capelo. VIDE: lNolo, nolo, sed nolendo dico volo.
1665. Nolente Deo, effunduntur inaniter preces. [Pereira 118]. Quando Deus não quer, perdem-se inúteis as orações. nQuando Deus não quer, santos não rogam.
1666. Noli adhuc aquam bibere, sed modico vino utere propter stomachum tuum, et frequentes tuas infirmitates. [Vulgata, 1Timóteo 5.23]. Não bebas mais água só, mas usa de um pouco de vinho, por causa do teu estômago e das tuas freqüentes enfermidades.
1667. Noli affectare quod tibi non est datum. [Fedro, Fabulae 3.18.14]. Não invejes aquilo que não te foi dado. VIDE: lNoli concupiscere quod non licet habere.
1668. Noli alteri imponere, quod ipse ferre nequeas. Não imponhas a outrem o que tu mesmo não possas suportar.
1669. Noli altum sapere, sed time. [Bacon, Advancement of Learning 2.25.16]. Não pretendas ser muito inteligente, mas teme. VIDE: lNe sis sapiens apud temetipsum; time Deum, et recede a malo.
1670. Noli barbam vellere mortuo leoni. [Marcial, Epigrammata 10.90.9]. Não arranques a barba do leão morto. nNão chutes cachorro morto. VIDE: lLeoni mortuo barbam vellis.
1671. Noli concupiscere quod non licet habere. [Tomás de Kempis, De Imitatione Christi 4.27.5]. Não desejes o que não te é permitido ter. VIDE: lNoli affectare quod tibi non est datum.
1672. Noli contemnere ea, quae summos sublevant. [Publílio Siro]. Não desdenhes os meios que levam ao alto.
1673. Noli de mortuo inimico tuo gaudere. [Vulgata, Eclesiástico 8.8]. Não te regozijes com a morte do teu inimigo.
1674. Noli differre in aliud tempus quod hic et nunc facere potes. Não adies para outro tempo o que podes fazer aqui e agora. nNão deixes para amanhã o que podes fazer hoje. VIDE: lQuod bene potes facere, noli differre.
1675. Noli diligere somnum ne te egestas opprimat. [Vulgata, Proverbia 20.13]. Não queiras ser amigo do sono, para que a pobreza não te oprima.
1676. Noli equi dentes inspicere donati. [S.Jerônimo / Rezende 4099]. Não examines os dentes do cavalo dado. nA cavalo dado não se olham os dentes. VIDE: lDonati non sunt ora inspicienda caballi. lDonato non sunt ora inspicienda caballo. lEqui donati dentes non inspiciuntur. lGratis quando datur equus, os non inspiciatur, non contemnatur, si morbidus. lNon oportet equi dentes inspicere donati. lSi quis dat mannos, ne quaere in dentibus annos.
1677. Noli esse cum his, qui defigunt manus suas, et qui vades se offerunt pro debitis. [Vulgata, Provérbios 22.26]. Não te juntes com aqueles que se obrigam apertando as mãos, e que se oferecem por fiadores das dívidas de outrem.
1678. Noli esse in conviviis potatorum. [Vulgata, Provérbios 23.20]. Não te queiras achar nos banquetes dos grandes bebedores.
1679. Noli esse iustus multum, neque plus sapias quam necesse est, ne obstupescas. [Vulgata, Eclesiastes 7.17]. Não sejas muito justo, nem sejas mais sábio do que é necessário, para que não venhas a ser estúpido.
1680. Noli esse iustus nimis. Não sejas excessivamente justo. nJustiça extrema, extrema injustiça. VIDE: lIus summum saepe summa est malitia. lNoli nimium esse iustus. lSummum ius, summa iniuria.
1681. Noli esse pusillanimis in animo tuo. [Vulgata, Eclesiástico 7.9]. Não sejas pusilânime no teu coração.
1682. Noli existimare neminem Deo placere posse, qui armis bellicis militat. [S.Agostinho]. Não julgues que não possa agradar a Deus quem está no serviço militar.
1683. Noli flere. [Albertano da Brescia, Líber Consolationis 2.4]. Não chores.
1684. Noli foenerari homini fortiori te; quod si foeneraveris, quasi perditum habe. [Vulgata, Eclesiástico 8.15]. Não emprestes a um homem mais forte do que tu; e se já lhe emprestaste, considera como coisa perdida.
1685. Noli homines blando nimium sermone probare: fistula dulce canit, volucrem dum decipit auceps. [Dionísio Catão, Disticha 1.27]. Não julgues os homens pela conversa agradável: o passarinheiro toca a flauta com doçura, quando caça o passarinho. VIDE: lDecipit incautas fistula dulcis aves. lFistula dulce canit, volucrem dum decipit auceps.
1686. Noli inter eos ambulare, quorum esse adhuc potes servus. [Spartianus, Vita Hadriani 21.3]. Não andes entre aqueles de quem ainda podes tornar-te escravo.
1687. Noli intrare. Não entres.
1688. Noli iratus ulcisci. Não tires vingança enquanto estiveres irado.
1689. Noli irritare crabrones. [Dumaine 239]. Não provoques as vespas. nNão mexas em casa de marimbondo. lNoli irritare leones. Não provoques os leões. VIDE: lCrabrones non sunt irritandi. lIrritabis crabrones. lOctipedem excitare. lStimulare leones.
1690. Noli laborare ut diteris, sed prudentiae tuae pone modum. [Vulgata, Provérbios 23.4]. Não queiras trabalhar para te enriquecer, mas põe moderação em teu esforço.
1691. Noli laetari. [Vulgata, Oséias 9.1]. Não te alegres.
1692. Noli laetari nisi cum benefeceris. [Rezende 4085]. Só te alegres, quando tiveres praticado uma boa ação.
1693. Noli malum medicari malo. [Heródoto / Schottus, Adagialia Sacra 100]. Não trates um mal, usando outro.
1694. Noli me tangere. [Vulgata, João 20.17]. Não me toques.
1695. Noli metuere. [Plauto, Truculentus 674; Vulgata, Gênesis 26.224]. Não tenhas medo. VIDE: lNoli timere. lNolite timere nec paveatis.
1696. Noli mihi umbram facere. [Diógenes / Rezende 4089]. Não me faças sombra.
1697. Noli mittere margaritas ante porcos. nNão deites pérolas a porcos. VIDE: lNolite dare sanctum canibus; neque mittatis margaritas vestras ante porcos.
1698. Noli nimis alte volare. Não voes alto demais. nNão estendas as pernas além do cobertor. nNão vás com muita sede ao pote. nNão te metas em camisas de onze varas. VIDE: lO fili care, noli nimis alte volare.
1699. Noli nimium esse iustus. Não sejas excessivamente justo. nJustiça extrema, extrema injustiça. VIDE: lIus summum saepe summa est malitia. lNoli esse iustus nimis. lNoli esse iustus multum. lSummum ius, summa iniuria.
1700. Noli numerare pullos antequam nascuntur. nNão contes os pintos senão depois de nascidos.
1701. Noli obductam refricare cicatricem. [Dumaine 239]. Não reabras ferida que já está fechada. nÁguas passadas não movem moinho. VIDE: lRefricare cicatricem.
1702. Noli oblatam occasionem praetermittere. [Pereira 118]. Não percas a ocasião que se oferece. nQuando te derem o porquinho, acode com o baracinho. VIDE: lAccipe quam primum, brevis est occasio lucri. lArripienda quae offeruntur. lNoli, praecor, hanc tantam occasionem praetermittere. lQuae dantur necesse est accipere.
1703. Noli pati litigare fratres et iudiciis turpibus conflictari. [Cícero, Ad Familiares 9.25]. Não permitas que irmãos se desentendam e entrem em conflito em processos vergonhosos.
1704. Noli peccare, Deus videt. [DAPR 252]. Não peques, que Deus vê. nDeus vê o que o diabo esconde.
1705. Noli peiora exspectare! [Cataldo / Ramalho 38]. Não esperes acontecimentos piores!
1706. Noli perturbare. Não me amoles.
1707. Noli, praecor, hanc tantam occasionem praetermittere. Não percas, por favor, esta ocasião tão propícia. VIDE: lNoli oblatam occasionem praetermittere.
1708. Noli prodesse improbis. [Fedro, Fabulae 4.20.6, adaptado]. Não faças favor a homens maus.
1709. Noli prohibere benefacere eum qui potest; si vales, et ipse benefac. [Vulgata, Provérbios 3.27]. Não impeças que faça bem aquele que pode; se podes, faze-o tu mesmo também.
1710. Noli pugnare duobus. [Catulo, Carmina 62.67]. Não lutes contra dois. nContra dois, nem Hércules. VIDE: lCave multos, si singulos non times. lDifficile ac durum est, unum compescere multos. lNe Hercules quidem adversus duos. lNe Hercules quidem contra duos. lNe quidem Hercules adversus duos. lNec Hercules contra plures. lUni cum duobus non est pugnandum.
1711. Noli reddere mala pro bonis vel mala pro malis. [S.Agostinho]. Não pagues o bem com o mal, nem o mal com o mal.
1712. Noli resistere contra faciem potentis, nec coneris contra ictum fluvii. [Vulgata, Eclesiástico 4.32]. Não resistas face a face ao homem poderoso, e não te oponhas à corrente do rio.
1713. Noli respicere post tergum. [Vulgata, Gênesis 19.17]. Não olhes para trás.
1714. Noli reverti, ad finem ubi perveneris. [PSa]. Não recues, quando tiveres atingido o fim.
1715. Noli rogare quod impetrare nolueris. [Sêneca, Epistulae 95.1]. Não peças o que não quererias receber.
1716. Noli timere. [Sêneca, Epistulae 12.10]. Não tenhas medo. VIDE: lNoli metuere. lNolite timere nec paveatis.
1717. Noli tranquillitati confidere: momento mare evertitur. [Sêneca, Epistulae 4]. Não confies na tranqüilidade: o mar em um momento se alvoroça.
1718. Noli trepidare! Não tremas! VIDE: lNe trepidaveritis!
1719. Noli tristis esse. Não fiques triste. VIDE: lNolite dolere.
1720. Noli turbare circulos meos! Não estragues os meus círculos! (=Palavras que teriam sido ditas por Arquimedes a um soldado romano durante a conquista de Siracura. Em resposta, o soldado matou-o). lNoli, obsecro, istum disturbare. [Valério Máximo, Facta et Dicta Memorabilia 8.7.7]. Por favor, não estragues este círculo.
1721. Noli turbari. [Vulgata, Tobias 10.6]. Não te perturbes. VIDE: lNolite turbari. lTace et noli turbari.
1722. Noli verberare lapidem. Não batas na pedra. nNão dês coice no aguilhão. lNoli verberare lapidem, ne perdas manum. [Plauto, Curculio 202]. Não batas na pedra, para não machucar a mão.
1723. Noli vinci a malo, sed vince in bono malum. [Vulgata, Romanos 12.21]. Não te deixes vencer do mal, mas vence o mal com o bem.
1724. Nolite confidere in principibus. [Vulgata, Salmos 145.2]. Não confieis nos príncipes.
1725. Nolite confidere in verbis mendacii. [Vulgata, Jeremias 7.4]. Não ponhais a vossa confiança em palavras de mentira.
1726. Nolite credere amico, et nolite confidere in duce. [Vulgata, Miquéias 7.5]. Não creiais no amigo, e não confieis no governador.
1727. Nolite dare sanctum canibus; neque mittatis margaritas vestras ante porcos. [Vulgata, Mateus 7.6]. Não deis aos cães o que é santo, nem lanceis aos porcos as vossas pérolas. nNão deites pérolas a porcos. VIDE: lNoli mittere margaritas ante porcos.
1728. Nolite detrahere alterutrum. [Vulgata, Tiago 4.11]. Não faleis mal uns dos outros.
1729. Nolite diligere mundum, neque ea quae in mundo sunt. [Vulgata, 1João 2.15]. Não ameis o mundo, nem o que há no mundo.
1730. Nolite dolere. [Vulgata, Neemias 8.11]. Não vos aflijais. VIDE: lNoli tristis esse.
1731. Nolite ergo solliciti esse in crastinum. [Vulgata, Mateus 6.34]. Não andeis inquietos pelo dia de amanhã.
1732. Nolite errare, Deus non irridetur. [Vulgata, Gálatas 6.7]. Não queirais errar; de Deus não se zomba.
1733. Nolite esse prudentes apud vosmetipsos. [Vulgata, Romanos 12.16]. Não sejais sábios aos vossos olhos.
1734. Nolite facere domum Patris mei domum negotiationis. [Vulgata, João 2.16]. Não façais da casa de meu Pai casa de negócios.
1735. Nolite fieri servi hominum. [Vulgata, 1Coríntios 7.23]. Não vos façais servos de homens.
1736. Nolite fieri sicut equus et mulus, quibus non est intellectus. [Vulgata, Salmos 31.9]. Não queirais ser como o cavalo e o mulo, que não têm entendimento.
1737. Nolite igitur velle quod fieri non potest. [Cícero, Philippica 7.25]. Não queirais aquilo que não pode acontecer.
1738. Nolite inebriari vino, in quo est luxuria. [Vulgata, Efésios 5.18]. Não vos embriagueis com vinho, donde nasce a luxúria.
1739. Nolite iudicare, et non iudicabimini. [Vulgata, Lucas 6.37]. Não julgueis e não sereis julgados. lNolite iudicare, ut non iudicemini. [Vulgata, Mateus 7.1]. Não julgueis para não serdes julgados.
1740. Nolite iudicare secundum faciem, sed iustum iudicium iudicate. [Vulgata, João 7.24]. Não julgueis segundo a aparência, mas julgai segundo a reta justiça.
1741. Nolite loqui adversus Deum iniquitatem. [Vulgata, Salmos 74.6]. Não faleis iniqüidades contra Deus.
1742. Nolite lugere, et nolite flere. [Vulgata, 2Esdras 8.9]. Não vos lastimeis e não choreis.
1743. Nolite mentiri invicem. [Vulgata, Colossenses 3.9]. Não mintais uns aos outros.
1744. Nolite multum loqui. [Vulgata, Mateus 6.7]. Não faleis muito.
1745. Nolite pueri effici sensibus, sed malitia parvuli estote. [Vulgata, 1Coríntios 14.20]. Não sejais meninos na compreensão, mas sede pequeninos na malícia.
1746. Nolite putare quoniam veni solvere legem. [Vulgata, Mateus 5.17]. Não julgueis que vim destruir a lei. VIDE: lNon veni solvere legem, sed adimplere.
1747. Nolite, quod pigri agricolae faciunt, maturos fructus per inertiam amittere e manibus. [Quinto Cúrcio, Historiae 9.2]. Não deixeis perderem-se de vossas mãos pela inércia, como fazem os agricultores preguiçosos, os frutos maduros.
1748. Nolite superbe audire hominem calamitosum. [Sêneca Retórico, Controversiae 9.4.20]. Não ouçais com arrogância o homem infeliz.
1749. Nolite timere eos qui corpus occidunt, animam autem non possunt occidere. [Vulgata, Mateus 10.28]. Não temais os que matam o corpo, e não podem matar a alma.
1750. Nolite timere nec paveatis. [Vulgata, 2Paralipômenos 20.17]. Não temais nem vos acovardeis. VIDE: lNoli metuere. lNoli timere.
1751. Nolite turbari. [Vulgata, Atos 20.10]. Não vos perturbeis. VIDE: lNoli turbari. lTace et noli turbari.
1752. Nolito facere quod dubites num liceat. Não faças aquilo que não sabes se é permitido. nNa dúvida, abstém-te. VIDE: lQuae dubites, ne feceris. lQuod dubites, ne feceris.
1753. Nolito fronti credere. [Marcial, Epigrammata 1.24.4]. Não confies em aparências. nAs aparências enganam. nDebaixo de bom saio está o homem mau. VIDE: lFrontis nulla fides. lHomo non est ex fronte diiudicandus. lNe fronti crede. lNulla fides frontis.
1754. Nolle et non posse paria sunt. [Jur]. Não querer e não poder se equivalem.
1755. Nolle prosequi. [Jur / Black 1246]. Não prosseguir. (=Petição para sustar uma ação).
1756. Nolo bis iterare. [Plauto, Pseudolus 387]. Eu me recuso a repetir as coisas.
1757. Nolo ego metui; amari mavolo. [Plauto, Asinaria 814]. Não quero ser temido; prefiro ser amado. nAntes ser amado que temido. VIDE: lAmari malo quam timeri. lMalo amari quam timeri. lMalo me diligi quam metui. lMaluit se diligi quam metui. lPlus a vobis amari appetat quam timeri. lPotius amari, quam metui. lPraestat amari quam timeri.
1758. Nolo episcopari. Não quero virar bispo. (=Eu não aceito essa responsabilidade).
1759. Nolo esse laudator, ne videar adulator. Não quero elogiar para não parecer adulador.
1760. Nolo minor me timeat despiciatque maior. [Ausônio, Septem Sapientum Sententiae, Chilon]. Não quero que o pequeno tenha medo de mim, nem que o grande me despreze.
1761. Nolo mortem impii, sed ut convertatur impius a via sua, et vivat. [Vulgata, Ezequiel 33.11]. Não quero a morte do ímpio, mas sim que se converta do seu caminho, e viva.
1762. Nolo, nolo, sed nolendo dico volo. [Medina 601]. Não quero, não quero, mas não querendo digo quero. nNão quero, não quero, meta-mo aqui neste capelo. VIDE: lNolens, volente animo.
1763. Nolo propinquorum rationes; debita nolo tractare absentium. [Mota 51]. Não quero contas de parentes; não quero tratar de dívidas de ausentes. nArrenego de contas com parentes e de dívidas com ausentes.lNolo propinquorum rationes; debita nolo tractare absentium; sic erit alma quies. [Pereira 121]. Não quero contas de parentes; não quero tratar de dívidas de ausentes; assim haverá uma doce tranqüilidade.
1764. Nolo quod cupio statim tenere, nec victoria mihi placet parata. [Petrônio, Satiricon 15.9]. Não quero conseguir imediatamente o que desejo, nem me agrada uma vitória certa.
1765. Nolo tribus servire: seni, puero, mulieri; morbidus hic, alter immemor, illa levis. [Werner]. Não quero servir a três: ao velho, ao menino, à mulher; aquele está para morrer, o outro vai esquecer, ela é inconstante.
1766. Nolo velis rerum quidquam laudare tuarum, alterius nisi sunt ore probata prius. [Aviano]. Não quero que elogies nada do que fizeste, antes que seja aprovado pelas palavras de outrem.
1767. Noluisses de manu illius panem accipere. [Petrônio, Satiricon 37.3]. Das mãos dele não quererias receber nem pão.
1768. Nolunt discere, qui nunquam didicerunt. [Sêneca, De Ira 3.36.4]. Os que nunca aprenderam não querem aprender.
1769. Nolunt ubi velis, ubi nolis cupiunt ultro. [Terêncio, Eunuchus 812]. Quando queres, (as mulheres) não querem; quando não queres, aí é que elas querem. VIDE: lNovi ingenium mulierum: nolunt, ubi velis; ubi nolis, cupiunt ultro. lUbi velis, nolunt; ubi nolis, volunt ultro.
1770. Nomen amicitia est, nomen inane fides. [Ovídio, Ars Amatoria 1.738]. Amizade é apenas uma palavra, e fidelidade é uma palavra vazia.
1771. Nomen amicitiae barbara corda movet. [Ovídio, Ex Ponto 3.2.100]. A palavra amizade comove até os corações bárbaros.
1772. Nomen amicitiae, quatenus expedit, haeret. [Petrônio, Satiricon 80.9]. A palavra amizade dura enquanto é útil. nAmigo de bom tempo muda-se com o vento.
1773. Nomen bonum melius est quam divitiae multae. [Rezende 4108]. Bom nome vale mais do que ter muitas riquezas. nMais vale crédito na praça do que dinheiro em caixa. nMais vale boa fama que dourada cama. VIDE: lBona existimatio pecuniis praestat. lBona opinio hominum tutior pecunia est. lHonesta fama est alterum patrimonium. lHonestus rumor alterum est patrimonium. lMelius est nomen bonum quam divitiae multae. lPlus valet bonum nomen, quam divitiae multae.
1774. Nomen erit indelebile nostrum. [Ovídio, Metamorphoses 15.876]. Meu nome será indelével.
1775. Nomen est omen. A fama é um presságio. nBoa fama vale dinheiro. lNomen atque omen quantivis pretii. [Plauto, Persa 625]. Esse nome é um presságio de grande valor. lNomen, omen. VIDE: lBonum nomen, bonum omen.
1776. Nomen genericum. Um nome genérico.
1777. Nomen iuris. [Jur / Black 1246]. A denominação legal.
1778. Nomen pacis dulce, et res ipsa salutaris sed inter pacem et servitutem plurimum interest. [Cícero, Philippica 2.113]. A palavra paz é doce, e ela mesma faz bem, mas entre paz e servidão há muita diferença.
1779. Nomen specificum. Um nome específico.
1780. Nomen tantum virtutis usurpas: quid ipsa valeat ignoras. [Cícero, Paradoxa 17]. Apenas usas indevidamente a palavra virtude: ignoras o que ela vale.
1781. Nomina cum rebus consentiant. [Platão / Rezende 4111]. Concordem as palavras com as ações.
1782. Nomina, si nescis, perit et cognotio. [Lineu]. Se não conheces os nomes, perde-se também o conhecimento.
1783. Nomina stultorum leguntur ubicumque locorum. Os nomes dos tolos se lêem em todos os lugares. nMuro bem alto, papel de gaiato. nAs paredes brancas são os papéis dos tolos. lNomina stultorum scribuntur ubique locorum. Os nomes dos tolos se escrevem em todos os lugares. lNomina stultorum semper parietibus haerent. [Henderson, Latin Proverbs / Stevenson 847]. Os nomes dos tolos sempre estão pregados nas paredes. VIDE: lParies albus stultorum charta. lStultorum calami carbones, moenia chartae. lStultorum nomen semper ubique iacet.
1784. Nomina sunt consequentia rerum. [Justiniano, Institutiones 2.7.3]. As palavras são conseqüência das ações.
1785. Nominatim. Nominalmente.
1786. Nominatio vero Dei non sit assidua in ore tuo. [Vulgata, Eclesiástico 23.10]. A pronúncia do nome de Deus não deve ser freqüente em tua boca.
1787. Nomine suo. Em seu próprio nome.
1788. Non a divite, sed ab amante provenit largitio. [Pereira 111]. A liberalidade não vem do rico, mas de quem ama. nNão dá quem tem, senão quem quer bem.
1789. Non a modestis navigatur huc viris. [Schottus, Adagia 129]. A este lugar homens pobres não vêm. VIDE: lCuiuslibet non est Corinthum appellere. lAliis alia licentia. lAliis si licet, tibi non licet. lNon cuilibet Corintho fas esse adnavigare. lNon cuivis homini contingit adire Corinthum. lNon est Corinthum fas cuique appellere. lNon est cuiuslibet Corinthum appellere. lNon est datum cuivis Corinthum appellere. lNon licet omnibus adire Corinthum. lNon omnium est virorum ad Corinthum navigatio. lQuod licet Iovi, non licet bovi.
1790. Non a regnando rex est, sed iure regendo. [Stevenson 1307]. O rei não é rei porque reina, mas porque governa de acordo com a lei.
1791. Non absterget nigretudinem corvus. [Schrevelius 1182]. O corvo não se livra da negrura. nQuem lava focinho a burro preto perde sabão e tempo. VIDE: lLaterem lavat qui corvum mundat.
1792. Non accipimus brevem vitam sed facimus. [Sêneca, De Brevitate Vitae 1.4]. A vida que recebemos não é curta, mas nós a fazemos curta.
1793. Non accuso quod nescio. [S.Agostinho, De Civitate Dei 1.28.2]. Não condeno o que não conheço.
1794. Non ad dominandum, sed ad serviendum. Não para mandar, mas para servir. VIDE: lAd serviendum venisti, non ad regendum.
1795. Nos ad propositum revertamus. [Cícero, De Officiis 2.35]. Retornemos ao nosso objetivo. nVoltemos à vaca fria. VIDE: lAd propositum nunc revertamus. lAd propositum veniamus.
1796. Non ad rogata respondendum semper est. [PSa]. Não se deve responder a todas as perguntas. nNem toda pergunta merece resposta.
1797. Non aequaliter omnibus, quia non aequaliter valetis omnes, sed potius unicuique sicut cuique opus fuerit. [RSA 4]. Não de maneira igual para todos, porque vós todos não sois iguais, mas de preferência a cada um de acordo com o que cada um precisar.
1798. Non aestimatione census, verum victu atque cultu, terminatur pecuniae modus. [Cícero, Paradoxa 6.3]. Não é pela renda, mas pelo padrão de vida, que se estima a riqueza de alguém.
1799. Non aetate, vero ingenio apiscitur sapientia. [Plauto, Trinummus 329]. Não é com a idade que se adquire a sabedoria, mas com a inteligência.
1800. Non agit, sed agitur. Não age espontaneamente, mas é levado a agir.