A B C D E F G H I L M N O P Q R S T U V

DICIONÁRIO  DE  EXPRESSÕES  E  FRASES  LATINAS
Compilado por HENERIK KOCHER

M 01 M 02 M 03 M 04 M 05 M 06 M 07 M 08 M 09 M 10

 

1401. Morem facit usus. O uso faz o costume.

1402. Mores amici noveris, non oderis. [Schottus, Adagia 625]. Conhecerás o caráter do teu amigo, mas não o aborrecerás. nDefeitos de meu amigo, lamento, mas não maldigo. nA falta do amigo há de se conhecer, mas não aborrecer. VIDE: lAmici mores noveris, non oderis.

1403. Mores bonos corrumpimus verbis malis. [Schottus, Adagia 613]. Corrompemos os bons costumes com palavras más. nMais fere a má palavra do que a espada afiada. VIDE: lBonos corrumpunt mores confabulationes malae. lCorrumpunt mores bonos colloquia mala. lCorrumpunt bonos mores colloquia prava. lCorrumpunt mores bonos confabulationes pessimae. lTurpia colloquia bonos mores corrumpunt.

1404. Mores cuique sui fingunt fortunam. [Cornélio Nepos, Atticus 11, adaptado]. É o caráter que faz o destino de cada um. nFelicidade, cada um faz a sua. lMores cuique fortunant.

1405. Mores cuiusque regionis, in qua fueris, imitato. [Schottus, Adagia 348]. Imita os costumes de qualquer região em que estiveres. nNa terra onde fores ter, faze como vires fazer. nEm terra de sapo, de cócoras como eles. VIDE: lOportet enim regionis uniuscuiusque, in qua quis versetur, eum sequi consuetudinem. lTe servare decet mores illamque regulam eius telluris, incola cuius eris. lTerrae qua pergis, cape mores quos ibi cernis.

1406. Mores dicentis suadent plus quam oratio. [PSa]. O caráter de quem diz convence mais do que seu discurso.

1407. Mores hominis regioni respondent. [Albertatius 784]. Os costumes do homem correspondem à sua terra. nCada terra com seu uso, cada roca com seu fuso.

1408. Mores deteriores increbrescunt in dies. [Plauto, Mercator 838]. A cada dia os maus costumes se espalham.

1409. Mores indicat vultus. [Branco 190]. O rosto revela o caráter. nO mal e o bem à cara vêm. VIDE: lEt bonum et malum interius os prodit.

1410. Mores leges perduxerunt iam in potestatem suam. [Plauto, Trinummus 1002]. Os costumes tomaram as leis em seu poder.

1411. Mores magistra docet egestas optime. [Grynaeus 369]. A mestra necessidade ensina muito bem a viver.

1412. Mores puerorum inter ludendum se simplicius detegunt. Os costumes das crianças se revelam com mais simplicidade em suas brincadeiras.

1413. Mores rebus secundis cedunt. [Branco 754]. Os costumes se submetem à prosperidade. nA prosperidade muda os costumes. nA prosperidade muda a natureza do homem.

1414. Mores secundum tempus. [DAPR 459]. Os costumes conforme o tempo. nMudam os tempos, mudam os pensamentos.

1415. Mores sunt tacitus consensus populi longa consuetudine inveteratus. [Jur]. Costumes são o acordo tácito do povo que se torna permanente em conseqüência da longa prática.

1416. Mori citius quam deserere. [Divisa]. Antes morrer que desistir.

1417. Mori enim naturae finis est, non poena. [Sêneca Retórico, Suasoriae 7.3]. Morrer, pois, não é punição, mas o fim que a natureza nos dá.

1418. Mori est felicis, antequam mortem invocet. [Publílio Siro]. É do homem feliz morrer antes que invoque a morte.

1419. Mori melius est quam peccare. [Rezende 3603]. É melhor morrer do que pecar. nAntes a morte que a desonra. nAntes morte que vergonha. VIDE: lCandorem praefero vitae. lMalo mori quam foedari. lMelius mori quam foedari. lMavult mori quam maculari vir probus. lMori satius est, quam turpiter vivere. lMors servituti turpitudinique anteponenda. lMors turpitudini anteponenda. lPotius mori quam foedari. lPotius mori milies quam semel foedari. lPrius mori quam foedari.

1420. Mori necesse est, sed non quotiens volueris. [Publílio Siro]. Temos de morrer, mas não toda vez que o desejamos.

1421. Mori saltem liceat, si non licet vivere. [Apuleio, Metamorphoses 11.3]. Que me seja pelo menos permitido morrer, se não me é permitido viver.

1422. Mori satius est, quam turpiter vivere. É melhor morrer do que viver com desonra. nAntes a morte que a desonra. VIDE: lCandorem praefero vitae. lMalo mori quam foedari. lMavult mori quam maculari vir probus. lMelius mori quam foedari. lMori melius est quam peccare. lMors servituti turpitudinique anteponenda. lPotius mori milies quam semel foedari. lPotius mori quam foedari. lPrius mori quam foedari.

1423. Mori timet qui post mortem vivere non sperat. Tem medo de morrer quem não espera viver depois da morte.

1424. Mori volenti deesse mors nunquam potest. [Sêneca, Hippolytus 877]. A quem deseja morrer, a morte nunca pode faltar.

1425. Moriamur pro rege nostro. Morramos pelo nosso rei.

1426. Moriatur anima mea morte iustorum. [Vulgata, Números 23.10]. A minha alma morra da morte dos justos.

1427. Moriatur anima mea morte philosophorum. [Atribuído a Averroés / Rezende 3598]. Morra a minha alma a morte dos filósofos.

1428. Moribus antiquis res stat Romana virisque. [Ênio, Annales 5; Cícero, De Republica 51]. O estado romano se apóia nos costumes antigos e nos homens.

1429. Moribus egregiis facias tibi nomen honestum. [Columbano]. Adquire boa fama com costumes excelentes.

1430. Moriendum enim certe est, et id incertum an hoc ipso die. [Cícero, De Senectute 20]. É certo que devo morrer, mas é incerto se é hoje mesmo. nA morte é certa, o dia é incerto.

1431. Moriens non praesumitur immemor salutis aeternae. [Spalding, Pequeno Dicionário 79]. Presume-se que o moribundo não se esquece da salvação eterna.

1432. Morieris: stultum est timere, quod vitare non possis. [DM 39]. Morrerás: é tolice temer o que não podes evitar. lStultum est timere quod vitari non potest. lStultum est timere quod vitare non potes.

1433. Morienti cuncta supersunt. [Mota 48]. Ao morto tudo sobra. nAo vivo tudo falta, e ao morto tudo sobra. nMortalha não tem bolso.

1434. Morimur ut mortales; vivimus ut immortales. Morremos como mortais; vivemos como se fôssemos imortais.

1435. Moritur doctus similiter ut indoctus. [Vulgata, Eclesiastes 2.16]. Tanto morre o sábio como o ignorante. nTanto morre o papa como quem não tem capa.

1436. Moritur et ridet. [Rezende 3604]. Está morrendo, e ri.

1437. Moritur omne quod nascitur. [Minúcio Félix, Octavius 21]. Tudo que nasce morre.

1438. Moritur sapiens, et post mortem virescit; moritur stultus, et post mortem putrescit. Morre o sábio, e depois da morte floresce; morre o insensato, e depois da morte apodrece.

1439. Morituri mortuis. Os que vão morrer aos mortos.

1440. Morituri salutamus. Nós, que vamos morrer, te saudamos.

1441. Morituros vivere vidi spe duce, victuros spe moriente mori. [Gualterius Anglicus, Fabulae Aesopicae 28.14]. Vi moribundos viverem, por terem a esperança como guia, mas vi morrerem pessoas que deveriam viver, por ter-lhes morrido a esperança.

1442. Mors a malis abducit nos, non a bonis. A morte nos afasta das coisas más, não das boas. VIDE: lA malis igitur mors abducit, non a bonis.

1443. Mors atris circumvolat alis. [Horácio, Sermones 2.1.58]. A morte voa em torno com suas asas negras.

1444. Mors certa, hora incerta. nMorte certa, hora incerta. lMors certa est, funeris hora latet. A morte é certa, a hora da morte é segredo. lMors certa, hora mortis incerta. A morte é certa, a hora da morte é incerta. lMors certa, tempus incertus. A morte é certa, o momento é incerto. lMors est certa, dies vero mortis est incertus. A morte é certa, mas o dia da morte é incerto. lMors est res certa, nihil est incertius hora. A morte é coisa certa, mas nada é mais incerto que sua hora. lMors cuivis certa, nihil incertius hora; ibimus absque mora, sed qua nescimus in hora. [Tosi 1246]. Para todos a morte é certa, nada mais incerto do que a hora; iremos todos sem retardo, mas não sabemos em que hora. VIDE: lIncertum est quando, certum est aliquando mori. lMorte nihil certius est, nihil vero incertius quam eius hora. lMortis dies omnibus incertus.

1445. Mors dolorum omnium exsolutio. nA morte é o fim de todos os males. lMors dolorum omnium exsolutio est et finis, ultra quem mala nostra non exeunt. [Sêneca, Ad Marciam 19.5]. A morte é a libertação de todos os sofrimentos, e o limite além do qual os nossos males não vão. VIDE: lMors omnium dolorum et solutio est et finis. lMortem cuncta mortalium mala dissolvere.

1446. Mors dominos servis et sceptra ligonibus aequat. [Walter Colman / Stevenson 513]. A morte iguala os senhores aos servos e os cetros às enxadas. nA morte a todos nivela. nA morte não poupa nem o fraco, nem o forte. VIDE: lMors sceptra ligonibus aequat. lMors servat legem: tollit cum paupere regem.

1447. Mors est absentia animae a corpore. A morte é a saída da alma do corpo.

1448. Mors est corona vitae. nA morte é a coroa da vida.

1449. Mors est latro hominis. [Alcuíno / Bernardes, Nova Floresta 1.165]. A morte é o ladrão do homem.

1450. Mors est quies viatoris, finis est omnis laboris. A morte é o descanso do viajante, o fim de todo sofrimento.

1451. Mors et fugacem persequitur virum. [Horácio, Carmina 3.2.14]. A morte persegue até o homem que dela foge.

1452. Mors et vita in manu linguae. [Vulgata, Provérbios 18.21]. A morte e a vida estão no poder da língua. nA língua tem poder de vida e morte. lMors et vita in manibus linguae. [Polydorus, Adagia].

1453. Mors ianua vitae. [S.Bernardo de Clairvaux / Stevenson 501]. A morte é a porta da vida.

1454. Mors in iuvenibus in insidiis, senibus in ianuis est. [DAPR 453]. A morte, na juventude, está na emboscada; na velhice, está à porta. nO moço pode morrer, o velho não pode viver.

1455. Mors in olla. [Vulgata, 4Reis 4.40]. A morte está na panela. (=A sopa está envenenada).

1456. Mors infanti felix, iuveni acerba, nimis sera est seni. [Publílio Siro]. A morte para a criança é benevolente, para o moço é dolorosa, e para o ancião é tardia.

1457. Mors innocentem sola fortunae eripit. [Sêneca, Oedipus 936]. Só a morte tira o inocente do seu destino.

1458. Mors ipsa refugit saepe virum. [Lucano, Bellum Civile 2.75]. A própria morte muitas vezes foge do homem.

1459. Mors lupi agnis vita. [Stevenson 2088]. A morte do lobo é vida para os cordeiros. nMorte do lobo, saúde do rebanho.

1460. Mors minus poenae quam mora mortis habet. [Ovídio, Heroides 10.84]. A morte causa menos mal do que a espera da morte.

1461. Mors misera non est, aditus ad mortem est miser. [Quintiliano, Institutio Oratoria 8.8]. A morte não é um mal, mas o caminho para a morte é triste. VIDE: lMors quidem mala non est, sed iter ad mortem miserum.

1462. Mors misera non est, commori cum quo velis. [Sêneca, Agamemnon 202]. A morte não é um sofrimento, se se morre com quem se quer.

1463. Mors morte pianda est. [Ovídio, Metamorphoses 8.481]. Uma morte tem de ser vingada por outra.

1464. Mors naturae lex est, mors tributum officiumque mortalium malorumque omnium remedium est. [Sêneca, Naturales Quaestiones 6.32.12]. A morte é a lei da natureza; ela é o tributo e a obrigação de tudo que é mortal e o remédio de todos os males.

1465. Mors nec bonum nec malum est. [Sêneca, Ad Marciam 19.5]. A morte não é um bem nem um mal.

1466. Mors nemini parcit. [Branco 711]. A morte não poupa ninguém. nSó se morre uma vez, mas dessa ninguém escapa.

1467. Mors non accipit excusationes. [DAPR 461]. A morte não aceita desculpas. nContra a morte, não há coisa forte.

1468. Mors non curat munera. [Tosi 603]. A morte não dá importância a presentes.

1469. Mors non separabit. [Divisa]. A morte não nos separará.

1470. Mors omnes homines manet, divites et pauperes. A morte está reservada a todos os homens, ricos e pobres. nTanto morre o papa como quem não tem capa.

1471. Mors omni aetati communis est. [Pereira 123]. A morte é comum a toda idade. nTanto morrem velhos como meninos. nQuem de moço não morre, de velho não escapa. VIDE: lOmni aetati mors est communis.

1472. Mors omnia aequat. nA morte nivela tudo. VIDE: lOmnia cinis aequat. lOmnia mors aequat.

1473. Mors omnia solvit. [Jur]. A morte desata todo vínculo.

1474. Mors omnibus communis. [Erasmo, Adagia 3.9.12]. A morte é comum a todos. nA morte iguala todos os viventes.

1475. Mors omnibus ex natura aequalis est: oblivione apud posteros, vel gloria distinguitur. Por sua natureza, a morte é igual para todos; o esquecimento da posteridade ou a glória, eis a diferença. VIDE: lMortem, omnibus ex natura aequalem, oblivione apud posteros vel gloria distingui.

1476. Mors omnibus imminet, non minus regibus quam plebeiis. [Erasmo, Querela Pacis 555]. A morte persegue a todos, não menos aos reis do que aos plebeus. nTanto morre o papa como quem não tem capa. nA morte não poupa nem o fraco, nem o forte.

1477. Mors omnibus instat. [Sweet 148]. A morte ameaça a todos. nA morte nivela tudo.

1478. Mors omnibus parata. [Stevenson 511]. A morte está preparada para todos.

1479. Mors omnium dolorum et solutio est et finis. A morte é o livramento e o fim de todos os sofrimentos. nA morte é o fim de todos os males. VIDE: lMors dolorum omnium exsolutio. lMortem cuncta mortalium mala dissolvere.

1480. Mors omnium rerum est extremum. A morte é o final de todas as coisas.

1481. Mors optima est perire lacrimandum suis. [Sêneca, Hippolytus 881]. A morte mais bela é morrer arrancando lágrimas dos seus.

1482. Mors optima rapit, deteriora relinquit. [Erasmo, Adagia 3.9.43]. A morte leva o melhor e deixa o pior. nA morte leva os bons e deixa os maus. nTodo bom acaba. nTudo que é bom acaba. VIDE: lOptima citissime pereunt.

1483. Mors peccatorum pessima. [Vulgata, Salmos 33.22]. A morte dos pecadores é péssima.

1484. Mors, quae propter incertos casus cotidie imminet, propter brevitatem vitae nunquam potest longe abesse. [Cícero, Tusculanae 1.38]. A morte que, por causa os acidentes inesperados, nos ameaça diariamente, nunca pode estar distante de nós.

1485. Mors quidem mala non est, sed iter ad mortem miserum. [Rezende 3613]. A morte não é um mal, mas o caminho para a morte é triste. VIDE: lMors misera non est, aditus ad mortem est miser.

1486. Mors sceptra ligonibus aequat. A morte iguala os cetros às enxadas. nA morte a todos nivela. nA morte não poupa nem o fraco, nem o forte. nTanto morre o papa, como quem não tem capa. VIDE: lMors dominos servis et sceptra ligonibus aequat. lMors servat legem: tollit cum paupere regem.

1487. Mors sequitur, vita fugit. [Burton / Sweet 193]. A morte persegue, a vida foge.

1488. Mors servat legem: tollit cum paupere regem. [DAPR 461]. A morte obedece a uma lei: junto com o pobre leva o rei. nA morte não poupa nem o fraco nem o forte. VIDE: lMors dominos servis et sceptra ligonibus aequat. lMors sceptra ligonibus aequat.

1489. Mors servituti turpitudinique anteponenda. [Cícero, De Officiis 1.23]. Deve-se preferir a morte à servidão e à desonra. nAntes a morte que a desonra. nAntes morte que vergonha. VIDE: lCandorem praefero vitae. lMalo mori quam foedari. lMavult mori quam maculari vir probus. lMelius mori quam foedari. lMori melius est quam peccare. lMori satius est, quam turpiter vivere. lMors turpitudini anteponenda. lPotius mori quam foedari. lPotius mori milies quam semel foedari. lPrius mori quam foedari.

1490. Mors sola fatetur quantula sint hominum corpuscula. [Juvenal, Satirae 10.172]. Só a morte mostra quão pequeninos são os corpinhos dos homens. VIDE: lQuantula sunt hominum corpuscula!

1491. Mors somno similis est. [Cícero, Tusculanae 1.97]. A morte é semelhante ao sono. nO sono é parente da morte. VIDE: lConsanguineus leti sopor. lMortis imago et simulacrum somnus. lMortis imago sopor. lNihil est morti tam simile, quam somnus. lSomnus mortis imago. lStulte, quid est somnus, gelidae nisi mortis imago?

1492. Mors terribilis est eis, quorum cum vita omnia exstinguuntur; non eis quorum laus emori non potest. [Cícero, Paradoxa 2.3]. A morte é terrível para aqueles de quem tudo se acaba junto com a vida; mas não para aqueles cuja glória não pode morrer.

1493. Mors tua, vita mea. [Rezende 3617; DAPR 454]. Tua morte é minha salvação. nA desgraça de uns é o bem de outros. nMorte do lobo, saúde do rebanho.

1494. Mors turpitudini anteponenda. [Albertano da Brescia, Liber Consolationis 49]. Deve-se preferir à morte à desonra. nAntes a morte que a desonra. nAntes morte que vergonha. VIDE: lCandorem praefero vitae. lMalo mori quam foedari. lMelius mori quam foedari. lMori melius est quam peccare. lMori satius est, quam turpiter vivere. lMors servituti turpitudinique anteponenda. lPotius mori quam foedari. lPotius mori milies quam semel foedari. lPrius mori quam foedari.

1495. Mors ultima linea rerum est. [Horácio, Epistulae 1.16.79]. A morte marca o limite de todas as coisas.

1496. Mors ultima ratio. [Dumaine 248; Rezende 3619]. A morte é o último acerto de contas. A morte é o último argumento.

1497. Mors ultimum supplicium. A morte é a punição extrema.

1498. Mors velocis spatii meta novissima est. [Sêneca, Troades 399]. A morte é o último marco de uma carreira rápida.

1499. Morsus morsum ducit. [Pereira 108]. nUm bocado leva outro.

1500. Mortale est omne mortalium bonum. [Metrodorus / Stevenson 1834]. São mortais todos os bens dos mortais.

1501. Mortalem te esse memento. Lembra-te de que és mortal. VIDE: lMemento mori. lMemento te mortalem esse.

1502. Mortales leviculis rebus saepenumero et laeduntur et iuvantur. [Schottus, Adagia 516]. Os mortais com freqüência são prejudicados e são favorecidos por coisinhas muito miúdas.

1503. Mortalia facta peribunt. [Horácio, Ars Poetica 68]. As obras dos mortais se perderão.

1504. Mortalis divum auxilium desiderat omnis. [Homero / Grynaeus 91]. Todo mortal deseja o auxílio dos deuses.

1505. Mortalis nata es, mortales peperisti. [Sêneca, Ad Marciam 11.1]. Nasceste mortal, deste à luz a mortais.

1506. Mortalis nemo est, quem non attingat dolor morbusque. [Cícero, Tusculanae 3.25]. Não há mortal a que não atinja a dor e a doença.

1507. Mortalis vitae brevitas non multa requirit: paucorum exigui temporis usus eget. [S.Próspero de Aqüitânia / Schottus, Adagialia Sacra 135]. A brevidade da vida do mortal não exige muitas coisas: o uso do exíguo tempo tem necessidade de poucas coisas.

1508. Morte carent animae. [Ovídio, Metamorphoses 15.158]. As almas não morrem.

1509. Morte crimina exstinguuntur. [Jur]. Com a morte extinguem-se os crimes.

1510. Morte magis metuenda senectus. [Juvenal, Satira 11.45]. A velhice deve ser mais temida do que a morte.

1511. Morte moriatur. Morra de morte. (=Seja executado).

1512. Morte nihil certius est, nihil vero incertius quam eius hora. [Rezende 3626]. Nada mais certo que a morte, mas nada mais incerto que sua hora. nMorte certa, hora incerta. VIDE: lIncertum est quando, certum est aliquando mori. lMors cuivis certa, nihil incertius hora; ibimus absque mora, sed qua nescimus in hora. lMors est res certa, nihil est incertius hora. lMors certa, hora mortis incerta. lMors certa, hora incerta. lMors certa, tempus incertus. lMors est certa, dies vero mortis est incertus. lMortis dies omnibus incertus.

1513. Mortem aliquid ultra est? Vita, si cupias mori. [Sêneca, Agamemnon 996]. Existe coisa pior do que a morte? A vida, se desejas morrer.

1514. Mortem antecessit. [Sêneca, Epistulae 55.4]. Adiantou-se à morte. (=Diz-se que quem vive sem fazer nada de bom).

1515. Mortem cogita, ut mortem nunquam timeas. Pensa na morte, para que nunca a temas.

1516. Mortem cuncta mortalium mala dissolvere. [Salústio, Bellum Catilinae 51]. A morte dá fim a todos os males dos mortais. nA morte é o fim de todos os males. VIDE: lMors dolorum omnium exsolutio. lMors dolorum omnium exsolutio est et finis, ultra quem mala nostra non exeunt. lMors omnium dolorum et solutio est et finis.

1517. Mortem effugere nemo potest. [Cícero, Philippica 8.19, adaptado]. À morte ninguém pode escapar. nÀ morte, o remédio é abrir-lhe a boca.

1518. Mortem misericors saepe pro vita dabit. [Sêneca, Troades 330]. O homem misericordioso muitas vezes dará a morte em lugar da vida.

1519. Mortem naturae finem esse, non poenam. [Cícero, Pro Milone 37]. A morte é o fim que a natureza nos dá, e não castigo.

1520. Mortem non posse negari. [Marcial, Epigrammata 1.42.3]. A morte não pode ser negada.

1521. Mortem, omnibus ex natura aequalem, oblivione apud posteros vel gloria distingui. [Tácito, Historiae 1.21]. Por sua natureza, a morte é igual para todos; o esquecimento da posteridade ou a glória, eis a diferença. VIDE: lMors omnibus ex natura aequalis est: oblivione apud posteros, vel gloria distinguitur.

1522. Mortem optare malum, timere peius. [Ausônio, Septem Sapientum Sententiae, Periander]. Desejar a morte é mau; temê-la é pior.

1523. Mortem sapientes nunquam inviti, fortes saepe etiam libenter oppetiverunt. [Cícero, In Catilinam 4.7, adaptado]. Os sábios nunca enfrentaram a morte constrangidos, os valentes muitas vezes o fizeram espontaneamente.

1524. Mortem timere crudelius est quam mori. [PSa]. Temer a morte é mais cruel do que morrer.

1525. Mortem ubi contemnas, omnes viceris metus. [Publílio Siro]. Quando desprezares a morte, terás vencido todo medo.

1526. Mortem venientem nemo hilaris excipit, nisi qui ad illam diu se composuerit. [Sêneca, Epistulae 50]. Ninguém recebe com alegria a morte que chega, a não ser quem durante muito tempo se preparou para ela.

1527. Morti natus es, minus molestiarum habet funus tacitum! [Sêneca, De Tranquillitate Animi 1.13]. Nasceste para a morte; um funeral silencioso tem menos incômodos!

1528. Mortis asylum. O templo da morte. (=A sepultura).

1529. Mortis causa. [Jur] Por morte. VIDE: lCausa mortis.

1530. Mortis dies omnibus incertus. O dia da morte é incerto para todos. nMorte certa, hora incerta. VIDE: lIncertum est quando, certum est aliquando mori. lMors certa, hora incerta. lMors certa est, funeris hora latet. lMors certa, hora mortis incerta. lMors certa, tempus incertus. lMors est certa, dies vero mortis est incertus. lMors est res certa, nihil est incertius hora. lMors cuivis certa, nihil incertius hora; ibimus absque mora, sed qua nescimus in hora. lMorte nihil certius est, nihil vero incertius quam eius hora.

1531. Mortis imago et simulacrum somnus. O sono é a imagem e o retrato da morte. lMortis imago sopor. [John Owen, Epigrammata 108]. O sono é o retrato da morte. VIDE: lConsanguineus leti sopor. lMors somno similis est. lNihil est morti tam simile, quam somnus. lSomnus mortis imago. lStulte, quid est somnus, gelidae nisi mortis imago?

1532. Mortis imago iuvat somnus, mors ipsa timetur. [Dionísio Catão, Monosticha, Appendix 19]. O sono, que é a imagem da morte, dá prazer; mas a morte mesma assusta.

1533. Mortis imperium. O império da morte. O poder de vida e morte.

1534. Mortis linque metus, ut possis vivere laetus. Abandona o medo da morte, para que possas viveer com alegria.

1535. Mortis metus non tantus est, quantus est tormentorum. [Tertuliano, Ad Martyres 4.7]. O medo da morte não é tão grande quanto o medo dos tormentos.

1536. Mortis vicinae vis vincet vim medicinae. [Tosi 590]. A força da morte próxima vencerá a força do remédio.

1537. Mortui non dolent. [Erasmo, Adagia 5.2.35]. Os mortos não sofrem.

1538. Mortui non mordent. [Plutarco / Erasmo, Adagia 3.6.41]. Os mortos não mordem. nDefunto não morde. nHomem morto não fala. VIDE: lCanis mortuus non mordet. lMortuus non mordet.

1539. Mortuis mederi. [DAPR 462]. Medicar mortos. (=Perder o trabalho). VIDE: lMonere senem est mederi mortuo. lMortuo mederi, senem monere.

1540. Mortuis verba das. [Pereira 98]. Falas a defuntos. nPregas no deserto. nMalhas em ferro frio. lMortuo fabellam ad aures narras. [Schottus, Adagia 236]. Contas uma história no ouvido de um morto. VIDE: lMortuo verba facis.

1541. Mortuo leoni barbam evellis. Arrancas a juba a um leão morto. nEspancas cachorro morto.

1542. Mortuo leoni etiam lepores insultant. [Erasmo, Adagia 4.7.82]. De leão morto até as lebres saltam em cima. nLeão moribundo, cachorro lhe mija. nDe árvore caída todos fazam lenha. nA mouro morto, grande lançada. lMortuo leoni et lepores insultant. lMortuo leoni vel lepores insultant. [Pontanus / Stevenson 1435]. VIDE: lAudet vel lepus exanimo insultare leoni. lLeo a leporibus insultatur mortuus. lLeoni mortuo et lepores insultant.

1543. Mortuo mederi, senem monere. [Pereira 117]. Advertir um velho é o mesmo que medicar um morto. nRepreender velho e expulgar cão duas doidices são. nPapagaio velho não aprende língua. VIDE: lMonere senem est mederi mortuo. lMortuis mederi.

1544. Mortuo qui mittit munus, nil dat illi, adimit sibi. [Publílio Siro]. Quem faz doação a morto não lhe dá nada e tira de si mesmo.

1545. Mortuo verba facis. Falas a defunto. nPregas no deserto. nMalhas em ferro frio. VIDE: lMortuis verba das. lMortuo fabellam ad aures narras.

1546. Mortuum flagellas. [Albertatius 782]. Espancas um defunto. nEstás espancando cachorro morto. VIDE: lIugulare mortuos.

1547. Mortuum unguento perungis. [Apostólio, Paroimiai 13.63]. Estás perfumando um morto. nNão gastes cera com ruim defunto.

1548. Mortuus est. Morreu.

1549. Mortuus est Dei Filius; prorsus credibile, quia ineptum est. [Tertuliano, De Carne Christi 5.4]. Morreu o filho de Deus; isto pode ser crido exatamente porque é um absurdo.

1550. Mortuus est in senectute bona, plenus dierum, et divitiis, et gloria. [Vulgata, 1Paralipômenos 29.28]. Morreu numa ditosa velhice, cheio de dias e de bens e de glória.

1551. Mortuus est pater eius, et quasi non est mortuus, similem enim reliquit sibi post se. [Vulgata, Eclesiástico 30.4]. Morreu o seu pai, e foi como se não morresse, porque deixou depois de si um seu semelhante.

1552. Mortuus est pintus in casca. [Latim macarrônico / Lodeiro 667]. O pinto morreu na casca. (=O assunto morreu).

1553. Mortuus est qui Deo non vivit. Morto está quem não vive para Deus.

1554. Mortuus ille diu defunctus, quisque per annum. [DAPR 462]. Esse morto já se foi há muito tempo, quase um ano. nA mortos e idos não há amigos.

1555. Mortuus non mordet. [Apostólio, Paroimiai 13.65]. Morto não morde. nDefunto não morde. VIDE: lCanis mortuus non mordet. lMortui non mordent.

1556. Mortuus per somnum, vacabis curis. [Erasmo, Adagia 4.1.18]. Quando estiveres morto de sono, não terás preocupações. nDormirás, boas novas acharás.

1557. Mortuus sine prole. [Jur / Black 1208].  Morto sem descendentes.

1558. Morum dissimilitudo dissociat amicitias. A diversidade de caracteres dissolve as amizades.

1559. Morum similitudo mater amicitiae. [Pontanus / Stevenson 914]. A semelhança de caráter é a mãe da amizade. VIDE: lConiugat amicitiam morum similitudo.

1560. Morus moro purgatur. [Schottus, Adagia 280]. Uma amora se limpa com outra. nO que uma amora tinge, outra destinge. nA nódoa que põe a amora com outra verde se tira.

1561. Mos erat antiquus niveis atrisque lapillis, his damnare reos, illis absolvere culpa. [Ovídio, Metamorphoses 15.41]. Era costume antigo condenar os réus com pedras pretas e absolvê-los com pedras brancas.

1562. Mos est oblivisci hominibus, neque gnovisse cuius nihili sit facienda gratia. [Plauto, Captivi 984]. Os homens têm o costume de esquecer e não reconhecer aqueles cuja amizade nada lhes promete.

1563. Mos et lex. O costume e a lei.

1564. Mos maiorum. O costume dos antepassados.

1565. Mos miseri ultro convivia adire bonorum. [Schottus, Adagia 581]. É costume do pobre ir aos banquetes dos bons sem ser convidado. VIDE: lBoni ad bonorum convivia invocati accedunt. lBonorum ultro ad convivia accedunt boni. lConviva amico amicus ultro etiam venit. lConvivae non vocati ad amicos eunt. lInvocati comessatum ad amicos veniunt amici. lNon vocati amici amicorum mensam accedunt. lSponte boni ad parium laeti convivia tendunt. lSponte bonis mos est convivia adire bonorum. lUltro adeunt hominis timidi convivia fortes.

1566. Mos pro lege. O costume em lugar da lei.

1567. Mos regit legem. O costume governa a lei. nO costume faz lei.

1568. Mota quietare, quieta non movere. [Tosi 1202]. Acalmar o que está agitado, não mexer o que está quieto. nNão acordes o cão que dorme. VIDE: lQuieta non movere.

1569. Mota semel multitudo modum non servat. [Sêneca Retórico, Controversiae 3.8]. Uma vez provocada, a multidão não respeita limites.

1570. Motu cordis. [Apuleio, De Deo Socratis 12]. Por impulso do coração.

1571. Motu proprio. [Jur]. Por movimento próprio. Por iniciativa própria. Por vontade própria. Voluntariamente. VIDE: lDe motu proprio. lDe proprio motu. lEx proprio motu. lProprio motu. lSponte propria. lSponte sua. lSua sponte.

1572. Motum illi felicitate nimia caput. [Sêneca, Epistulae 114.8]. Sua cabeça ficou perturbada pelo grande sucesso. nO sucesso subiu-lhe à cabeça.

1573. Motus in fine velocior. [Rezende 3632]. O movimento é mais veloz no fim. lMotus intensior est in fine quam in principio. [Signoriello 210]. O movimento no fim é mais intenso do que no princípio. VIDE: lCursus in fine velocior.

1574. Motus moderatus gravidis optime convenit, nimius vero motus abortum producit. [Nenter 98]. O exercício é muito conveniente às grávidas, mas o exercício exagerado provoca o aborto.

1575. Motus sine causa nullus est. [Cícero, De Fato 20]. Não existe movimento sem causa.

1576. Mox nox in rem. A noite está chegando, (vamos) ao assunto.

1577. Mox simul ac dictum est verbum, res ipsa peracta est. [Grynaeus 237]. Assim que a palavra foi pronunciada, a ação foi realizada. nDito e feito. . nAssar e comer. VIDE: lConfestim dicto citius res ipsa peracta. lDictum ac factum. lDictum, factum. lSimul et dictum et factum. lSimul dictum, simul factum. lUt dictum et actum est. lVeni, vidi, vici. lVolitum, dictum, factum.

1578. Mula senex fulvis ornatur saepe lupatis. [Pereira 95]. Muitas vezes se enfeita a mula velha com freio dourado. nA mula velha, cabeçada nova. nAsna velha, cinta amarela. nPara burro velho, capim novo.

1579. Mula ubi pepererit. Quando a mula parir. nNo dia de São Nunca. VIDE: lAd calendas Graecas. lCum mula peperit. lCum muli pariunt.

1580. Mulcent delirum verba polita virum. [DAPR 278]. As palavras enfeitadas acalmam o homem enlouquecido. nBoas palavras e maus feitos enganam sisudos e néscios.

1581. Mulciber in Troiam, pro Troia stabat Apollo. [Ovídio, Tristia 1.2.5]. Vulcano estava contra Tróia, mas Apolo estava a favor dela. nQuando uma porta se fecha, outra se abre. VIDE: lAequa Venus Teucris, Pallas iniqua fuit.

1582. Mulge praesentem. [Schottus, Adagia 601]. Ordenha o presente. nAproveita enquanto é tempo. VIDE: lCarpe diem.

1583. Mulgere hircum. [Erasmo, Adagia 1.3.51]. Ordenhar bode. (=Fazer coisa impossível). lMulgere hircos. Ordenhar bodes. VIDE: lIungat vulpes et mulgeat hircos.

1584. Muli asinis quantum praestant! [Pereira 124]. Quanto os mulos são melhores do que os asnos! nMuito vai de uma coisa a outra.

1585. Muli mutuum scabunt. [Stevenson 2045]. As mulas coçam uma a outra. nUm burro coça outro. nFaze-me a barba, far-te-ei o cabelo. VIDE: lAsinus asinum fricat. lMulus mulum scabit. lMutuum muli scalpunt. lMutuum radunt equi. lMutuum muli scabunt.

1586. Muliebre ingenium: prolubium, occasio. [Áccio, Andromeda]. É da natureza feminina: desejo, oportunidade.

1587. Muliebris lacrima condimentum est malitiae. [Publílio Siro]. nLágrimas de mulher, têmpera de malícia. VIDE: lLacrimae feminae sunt valde periculosae.

1588. Mulier a muliere parum distat. Uma mulher pouco difere de outra.

1589. Mulier abundat audacia, consilio et ratione deficitur. [Cícero, Pro Cluentio 65]. A mulher sobeja em audácia, mas é deficiente em ponderação e razão.

1590. Mulier, cum sola cogitat, male cogitat. [Publílio Siro]. A mulher, quando pensa por si, pensa mal.

1591. Mulier cupido quod dicit amanti in vento et rapida scribere oportet aqua. [Catulo, Carmina 70.3]. O que a mulher diz ao namorado apaixonado pode-se escrever no vento e na veloz água. nJura apaixonada nem obriga, nem vale nada.

1592. Mulier diligens corona est viro suo. [Vulgata, Provérbios 12.4]. A mulher diligente é a coroa do seu marido.

1593. Mulier, ecce filius tuus. [Vulgata, João 19.26]. Mulher, eis aí teu filho.

1594. Mulier es, audacter iuras. [Plauto, Amphitruo 678]. És mulher, não tens medo de jurar.

1595. Mulier est hominis confusio. [Vincent de Beauvais / Stevenson 2573]. A mulher é a confusão do homem.

1596. Mulier familiae suae caput et finis est. [Ulpiano, Digesta 50.16.195.5]. A mulher é o princípio e o fim da sua família.

1597. Mulier fortis oblectat virum suum. [Vulgata, Eclesiástico 26.2]. A mulher forte alegra o seu marido.

1598. Mulier id solum potest tacere quod nescit. [Sêneca Retórico, Controversiae 2.5.12]. A mulher só pode guardar segredo do que ignora. nSegredo em boca de mulher é o mesmo que escrever em papel.

1599. Mulier in aedibus atra tempestas viro. [Grynaeus 252]. Mulher rixenta em casa é tempestade para o homem. nMulher rixenta nem o diabo agüenta.

1600. Mulier luculenta forma. [Terêncio, Heauton Timorumenos 523]. Uma mulher de notável beleza.

 

MENU RÁPIDO