A B C D E F G H I L M N O P Q R S T U V

DICIONÁRIO  DE  EXPRESSÕES  E  FRASES  LATINAS
Compilado por HENERIK KOCHER

E1 E2 E3 E4 E5 E6 E7

 

201.  Ego de alliis tibi loquor, tu autem de caepis respondes. [Apostólio, Paroimiai 20.52]. Eu te falo de alhos, mas tu me responde com cebolas. nFalo-lhes em alhos, respondem-me com bugalhos. nMisturas alhos com bugalhos. nTomais sesta por balhesta. lEgo de caseo loquor, tu de creta respondes. [Stevenson 310]. Eu te falo de queijo, tu me respondes com giz. VIDE: lDe alliis loquenti respondet de caepis. lEgo loquor de alliis, tu respondes de caepis. lEgo tibi de alliis loquor, tu respondes de caepis.

202.  Ego dedi causam negotio; ego me tradam pro toto populo. [VES 68]. Fui eu que causei o problema; eu me entregarei por todo o povo.

203.  Ego dies et noctes cogito. Penso dia e noite.

204.  Ego dilecto meo, et dilectus meus mihi. [Vulgata, Cântico 6.2]. Eu sou para o meu amado, e o meu amado é para mim.

205.  Ego dixi in excessu meo: omnis homo mendax. [Vulgata, Salmos 115.11]. Eu disse no meu exagero: Todo homem é mentiroso.

206.  Ego dormio et cor meum vigilat. [Vulgata, Cântico 5.2]. Eu durmo e meu coração vela.

207.  Ego dormivi, et soporatus sum, et exsurrexi. [Vulgata, Salmos 3.6]. Eu adormeci, e estive sepultado no sono, e levantei-me.

208.  Ego eadem non volo senex, quae puer volui. [Sêneca, Epistulae 61.1]. Agora, que estou velho, eu não desejo o mesmo que desejei quando menino.

209.  Ego enim didici, in quibus sum, sufficiens esse. [Vulgata, Filipenses 4.11]. Aprendi a contentar-me com o que tenho.

210.  Ego esse miserum credo, cui placet nemo. [Marcial, Epigrammata 5.28.9]. Eu considero um infeliz aquele a quem ninguém agrada.

211.  Ego feci. Fui eu que fiz. VIDE: lEgo adsum qui feci.

212.  Ego fidem meam malo quam thesauros. [Petrônio, Satiricon 57.9]. Eu prefiro meu crédito a tesouros. nMais vale crédito na praça do que dinheiro em caixa.

213.  Ego flos campi, et lilium convalium. [Vulgata, Cântico 2.1]. Eu sou a flor do campo, a açucena dos vales.

214.  Ego fui quod tu es, tu eris quod ego sum. [Inscrição em túmulo]. Fui o que és, serás o que sou. nEu sou você amanhã. nHoje sou eu, amanhã serás tu. VIDE: lEgo sum quod hic fuit, quod hic est, ego ero. lQuod tu es, ego fui; quod nunc sum, et tu eris.

215.  Ego hic esse et illic simul haud potui. [Plauto, Mostellaria 783]. Eu não podia estar ao mesmo tempo aqui e lá. nNão se pode bater o sino e carregar o andor. lEgo hic esse et illic haud possum. Não posso estar aqui e lá.

216.  Ego homo sum sub potestate constitutus. [Vulgata, Mateus 8.9]. Também eu sou homem subordinado a outro.

217.  Ego illos veneror, et tantis nominibus semper assurgo. [Sêneca, Epistulae 64]. Venero esses homens, e sempre me levanto diante de nomes tão grandes.

218.  Ego illum periisse dico cui quidem periit pudor. [Plauto, Bacchides 485]. Conto como perdido aquele que perdeu a vergonha.

219.  Ego in portu navigo. [Terêncio, Andria 480]. Estou navegando no porto. (=Estou em segurança). VIDE: lIn portu res est. lIn portu navigo. lIn portu navigatur. lIn portu inveho.

220.  Ego incipio; conata exequar. Eu começo; realizarei o empreendimento. nObra começada, meio acabada.

221.  Ego istos novi polypos, qui ubi quidquid tetigerunt tenent. [Plauto, Aulularia 155]. Conheço estes pólipos que, quando tocam alguma coisa, agarram. (=Polypus, neste texto, significa homem rapace).

222.  Ego iudex non sum, quoniam partes ambas audire non possum. [S.Agostinho]. Eu não sou o juiz, porque não posso ouvir ambas as partes.

223.  Ego loquor de alliis, tu respondes de caepis. [Pereira 123]. Eu te falo de alhos, tu me respondes sobre cebolas.nFalo-lhes em alhos, respondem-me com bugalhos. nMisturas alhos com bugalhos. nTomais sesta por balhesta. VIDE: lDe alliis loquenti respondet de caepis. lEgo de alliis tibi loquor, tu autem de caepis respondes. lEgo de caseo loquor, tu de creta respondes. lEgo tibi de alliis loquor, tu respondes de caepis.

224.  Ego malo virum qui pecunia egeat quam pecuniam quae viro. [Temístocles / Cícero, De Officiis 2.20]. Prefiro o homem que não tenha dinheiro ao dinheiro que não tenha homem. nAntes homem sem dinheiro que dinheiro sem homem. VIDE: lMalo virum pecunia quam pecuniam viro indigentem.

225.  Ego me bene habeo. [Tácito, Annales 14.50]. Estou-me sentindo bem. (=Últimas palavras de Sexto Afrânio Burrus).

226.  Ego me convertam in hirudinem atque eorum exsugebo sanguinem. [Plauto, Epidicus 188]. Eu me transformarei numa sanguessuga e sugarei o sangue deles.

227.  Ego me curo, equum servus. [Aulo Gélio, Noctes Atticae 4.20]. De mim sou eu que trato, do cavalo é o criado. (=Por isso é que eu estou bem tratado e o cavalo não). nQuem quer faz, quem não quer manda. nSe queres ser bem servido, serve-te a ti mesmo.

228.  Ego me in pedes quantum queo. [Terêncio, Eunuchus 844]. Eu fujo enquanto posso.

229.  Ego meorum solus sum meus. [Terêncio, Phormio 587]. Das minhas coisas só eu é que sou meu.

230.  Ego ne utilem quidem arbitror esse nobis futurarum rerum scientiam. [Cícero, De Divinatione 2.9.1]. Não creio que o conhecimento do futuro nos seja útil. VIDE: lCerte igitur ignoratio futurorum malorum utilior est quam scientia.

231.  Ego non magis istiusmodi curo, quam ranas in paludibus. [Schottus, Adagia 480]. Eu me preocupo tanto com isso quanto com as rãs no charco. nTanto se me dá disso como de chiar um carro.

232.  Ego non sum de hoc mundo. [Vulgata, João 8.23]. Eu não sou deste mundo.

233.  Ego non sum dignus ut solvam eius corrigiam calceamenti. [Vulgata, João 1.27]. Eu não sou digno de desatar a correia dos seus sapatos.

234.  Ego nunc sycophantae huic sycophantare volo. [Plauto, Trinummus 923]. Eu quero pregar uma peça nesse impostor.

235.  Ego nunquam studui malefacta cuiusquam cognoscere. [Apuleio, Apologia 16]. Eu nunca quis tomar conhecimento das faltas de quem quer que seja.

236.  Ego odi homines ignava opera, et philosopha sententia. [Pacúvio / Grynaeus 361]. Odeio os homens de ação preguiçosa e de discurso filosófico.

237.  Ego pausam feci. [Plauto, Poenulus 458]. Eu parei um pouco.

238.  Ego plantavi, Apollo rigavit, sed Deus incrementum dedit. [Vulgata, 1Coríntios 3.6]. Eu plantei, Apolo regou, mas Deus deu o crescimento. VIDE: lHomo plantat, homo irrigat, sed Deus dat incrementum.

239.  Ego pretium ob stultitiam fero. [Terêncio, Andria 610]. Eu pago o preço de minha insensatez.

240.  Ego primam tollo, nominor quoniam leo. [Fedro, Fabulae 1.5.7]. Fico com a primeira parte, porque me chamo leão. nManda quem pode, obedece quem tem juízo. VIDE: lInfida societas regni. lIniqua partitio. lLeonina societas. lNunquam est fidelis cum potente societas. lPrimo mihi. lQuia nominor leo.

241.  Ego primus, et ego novissimus. [Vulgata, Isaías 48.12]. Eu sou o primeiro e o último. VIDE: lPrimus et novissimus ego sum.

242.  Ego proximus mihi. Eu sou meu parente mais próximo. nParentes são meus dentes. nSinto mais e é-me mais precisa a pele que a camisa. VIDE: lProximus mihi ego. lProximus sum egomet mihi.

243.  Ego, quae tu loquere, flocci non facio, senex. [Plauto, Rudens 693]. Não dou importância ao que dizes, velho.

244.  Ego quasi agnus mansuetus qui portatur ad victimam. [Vulgata, Jeremias 11.18]. Eu era como um manso cordeiro que é levado a ser vítima.

245.  Ego quos amo, arguo et castigo. [Vulgata, Apocalipse 3.19]. Eu repreendo e castigo os que amo. nQuem bem ama bem castiga. nQuem ama castiga. lEgo quos diligo arguo. [Bernardes, Luz e Calor 1.73]. Eu repreendo os que amo. VIDE: lQui bene amat, bene castigat. lQui bene amat, satis castigat.

246.  Ego reges eieci, vos tyrannos introducitis. [RH 4.66]. Eu derrubei reis, e vós introduzis tiranos.

247.  Ego semper apros occido, sed alter semper utitur pulpamento. [Diocleciano / Rezende 1533]. Sou sempre eu que mato os javalis, mas é sempre outro que come a carne. nNem sempre dança quem paga a música. nO bocado não é para quem o faz.

248.  Ego seram, et alius comedat. [Vulgata, Jó 31.8]. Semeie eu, e outro o coma. nUm semeia, outro colhe. nO bocado não é para quem o faz. nNem sempre dança quem paga a música. VIDE: lAlii laborarunt, alii fructum ceperunt. Alii laborarunt, lucrum alii reportarunt. lAlii laborabant, alii autem fruebantur. lAlii sementem faciunt, alii metent. lAlii seminant, metent alii. lAlii serunt, alii metunt. lAlius est qui seminat, et alius est qui metit. lHic consevit agrum, sed fruges demetit alter.

249.  Ego si bonam famam mihi servabo, sat ero dives. [Plauto, Mostelaria 224]. Se eu conservar meu bom conceito, serei bastante rico. nMais vale crédito na praça do que dinheiro em caixa.

250.  Ego spem pretio non emo. [Terêncio, Adelphi 219]. Eu não compro esperança a dinheiro. nNão compro nem vendo ilusões. nNão compro nabos em saco. VIDE: lSpem pretio non emo.

251.  Ego sum alpha et omega, primus et novissimus, principium et finis. [Vulgata, Apocalipse 22.13]. Eu sou o alfa e o ômega, o primeiro e o último, o princípio e o fim.

252.  Ego sum frater tuus, noli metuere. [Vulgata, Ester 15.12]. Sou teu irmão; não temas.

253.  Ego sum lux mundi. [Vulgata, João 8.12]. Eu sou a luz do mundo.

254.  Ego sum panis vitae. [Vulgata, João 6.35]. Eu sou o pão da vida.

255.  Ego sum pastor bonus. [Vulgata, João 10.11]. Eu sou um bom pastor.

256.  Ego sum qui sum. [Vulgata, Êxodo 3.14]. Eu sou quem sou.

257.  Ego sum quod hic fuit, quod hic est, ego ero. [Inscrição em túmulo / Rezende 1546]. Sou o que este foi, serei o que este é. VIDE: lEgo fui quod tu es, tu eris quod ego sum. lQuod tu es, ego fui; quod nunc sum, et tu eris.

258.  Ego sum rex Romanus et supra grammaticam. [Atribuído ao Imperador Sigismundo I / Stevenson 1020]. Eu sou rei romano e estou acima da gramática.

259.  Ego sum stella splendida et matutina. [Vulgata, Apocalipse 22.16]. Eu sou a estrela resplandescente da manhã.

260.  Ego sum via, veritas et vita. [Vulgata, João 14.6]. Eu sou o caminho, a verdade e a vida.

261.  Ego talentum mutuum quod dederam, talento inimicum mihi emi, amicum vendidi. [Plauto, Trinummus 1020]. Eu, que emprestei um talento, por um talento comprei um inimigo e vendi um amigo. nQuem empresta a um amigo perde o dinheiro e o amigo. VIDE: lVel illud, quod credideris perdas, vel illum amicum amiseris.

262.  Ego te baptizo in nomine Patris, et Filii et Spiritus Sancti. [Fórmula de Batismo, da liturgia católica]. Eu te batizo em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.

263.  Ego te intus et in cute novi. [Pérsio, Satirae 3.30]. nConheço-te por dentro e por fora. VIDE: lIntus et in cute.

264.  Ego tibi de alliis loquor, tu respondes de caepis. [Erasmo, Adagia 3.4.35]. Eu te falo de alhos, tu me respondes com cebolas. nFalo-lhes em alhos, respondem-me com bugalhos. nMisturas alhos com bugalhos. nTomais sesta por balhesta. VIDE: lDe alliis loquenti respondet de caepis. lEgo de alliis tibi loquor, tu autem de caepis respondes. lEgo loquor de alliis, tu respondes de caepis. lEgo de caseo loquor, tu de creta respondes.

265.  Ego tu sum, tu es ego; uni animi sumus. [Plauto, Stichus 721]. Eu sou tu, tu és eu; nós temos uma só alma.

266.  Ego utrum nave ferar magna an parva, ferar unus et idem. [Horácio, Epistulae 2.2.199]. Se navego em barco grande ou em barco pequeno, eu sou um e sempre o mesmo.

267.  Ego veni ut vitam habeant, et abundantius habeant. [Vulgata, João 10.10]. Vim para que eles tenham vida, e para a terem em maior abundância.

268.  Ego vero et tu iugum idem trahimus. [Albertatius 393]. Eu e tu carregamos o mesmo jugo. nEstamos no mesmo barco. VIDE: lIdem iugum ducimus. lMeo laborat morbo.

269.  Ego vero nihil impossibile arbitror. [Apuleio, Metamorphoses 1.20]. Eu na verdade acho que nada é impossível. nImpossível é desculpa de mau pagador. nImpossível é Deus pecar. VIDE: lNihil impossibile arbitror.

270.  Ego verum amo, verum volo dici mihi; mendacem odi. [Plauto, Mostellaria 177]. Eu amo a verdade e quero que a verdade me seja dita; odeio o mentiroso.

271.  Ego volo ea, tu non vis; quae nolo, ea cupis. E eu quero isto, tu não queres; o que não quero tu desejas.

272.  Ego vos hortor tantum possum ut amicitiam omnibus rebus humanis anteponatis. [Cícero, De Amicitia 17]. Eu vos exorto quanto posso a que anteponhais a amizade a todas as coisas humanas.

273.  Ego vos sequor, non duco. [Sêneca, Thyestes 486]. Eu vos sigo, não conduzo.

274.  Ego vox clamantis in deserto. [Vulgata, João 1.23]. Eu sou a voz do que clama no deserto. nPregar no deserto, sermão perdido. VIDE: Vox clamantis in deserto.

275.  Egomet inter vivos vivo mortuus. [Aulo Gélio, Noctes Aticae 2.13.10]. Eu, que estou morto, vivo entre vivos.

276.  Egomet mi ignosco. [Horácio, Sermones 1.3.23]. Eu mesmo me perdôo. lEgomet mihi ignosco.

277.  Egomet sum hic, animus domi est. [Plauto, Aulularia 138]. Eu mesmo estou aqui, mas meu espírito está em casa.

278.  Egomet sum mihi imperator. [Plauto, Mercator 852]. Eu sou meu próprio comandante.

279.  Egregia facinora immortalia sunt. [Salústio, Bellum Iugurthinum 2]. Os grandes crimes são imortais.

280.  Egregia musica quae sit abscondita nullius rei est. [Albertatius 394]. A música magnífica que está escondida não tem valor nenhum. nO saber escondido da ignorância vista pouco dista. lEgregia musica quae sit abscondita nulli rei est. [Polydorus, Adagia]. VIDE: lAbdita quid prodest generosi vena metalli, si cultore caret? lSi solus sapias, nempe quis usus erit? lMusica abscondita nulli rei est. lMusicae occultae nullus respectus. lNon erit ignotae gratia magna lyrae. lNullus latentis musicae respectus est. lOccultae musicae nullum esse respectum. lOccultae musicae nullus respectus. lSi solus sapias, nempe quis usus erit?

281.  Egregie docti nonnunquam in minimis quibusdam labuntur. [Grynaus 131]. Os homens muito cultos às vezes tropeçam em coisas mínimas. nAté os sábios se enganam.

282.  Egregie mentiri potest qui ex loco longe dissito venit. [DAPR 443]. Pode pregar grandes mentiras quem vem de lugar muito afastado. nQuem vem de longe conta como quer. nGrandes viagens, grandes mentiras. nLongas vias, longas mentiras. VIDE: lLongum iter emensus, mendacia longa reportat.

283.  Egregio vati vinum fit equus celer omni. [Schottus, Adagia 159]. O vinho se torna o célere corcel de todo poeta eminente. VIDE: lSane magnus equus lepido sunt vina poëtae. lVinum poëtarum caballus.

284.  Egregios faciet mentis constantia mores. [Columbano]. A firmeza do espírito formará o caráter excelente.

285.  Egregios invitant praemia mores. [Claudiano, Stilicon]. Os prêmios estimulam excelentes costumes.

286.  Egressus est non viis sed tramitibus. [Cícero, Philippica 13.19]. Ele partiu não pelas estradas, mas por atalhos.

287.  Eheu! Dum loquimur fugit irremeabile tempus. [Inscrição em quadrante solar]. Ai de nós! Enquanto falamos foge o tempo sem retorno.

288.  Eheu! fugaces labuntur anni! [Horácio, Carmina 2.14.1]. Ai de nós! Os anos fogem rapidos!

289.  Eheu! nullum infortunium venit solum. [Schrevelius 1184]. Ah! nenhuma desgraça vem só. nUma desgraça nunca vem só. VIDE: lCalamitas nulla sola. lMalis mala succedunt. lNulla calamitas sola. lNullum infortunium venit solum.

290.  Eheu! Quam festinant dies. [Inscrição em quadrante solar]. Ai! Como os dias são apressados.

291.  Eheu! quam miserum est fieri metuendo senem! [Publílio Siro]. Ai! Que infelicidade envelhecer na inquietude!

292.  Ei autem qui operatur merces non imputatur secundum gratiam, sed secundum debitum. [Vulgata, Romanos 4.4]. Ao que obra não se lhe conta o jornal por graça, mas por dívida.

293.  Ei ignoscitur, qui puniri debuit. [Sêneca, De Clementia 2.7.1]. Perdão se dá a quem devia ser punido.

294.  Ei incumbit probatio, qui dicit, non qui negat. [Paulo, Digesta 22.3.2]. A prova cabe a quem afirma, não a quem nega. lEi qui affirmat, non ei qui negat, incumbit probatio. [Broom 253]. VIDE: lAffirmanti, non neganti, incumbit probatio. lAffirmanti incumbit probatio. lAlleganti probatio incumbit. lFactum asseverans onus subit probationis. lProbatio incumbit asserenti.

295.  Ei qui semel sua prodegerit, aliena credi non oportere. [Alciato, Emblema 54]. Não convém confiar nossos bens a quem uma vez dissipou os próprios.

296.  Eia age, rumpe moras! [Virgílio, Eneida 4.569]. Vamos, nada de demora!

297.  Eice primum trabem de oculo tuo, et tunc perspicies ut educas festucam de oculo fratris tui. [Vulgata, Lucas 6.42]. Tira primeiro a trave do teu olho, e depois verás para tirar a aresta do olho de teu irmão. lEice primum trabem de oculo tuo, et tunc videbis eicere festucam de oculo fratris tui. [Vulgata, Mateus 7.5].

298.  Eicite ex animo curam. [Plauto, Casina, Prologus 23]. Expulsai a preocupação de vosso coração.

299.  Eis nunc praemium est, qui recta prava faciunt. [Terêncio, Phormio 771]. Atualmente o prêmio é para aqueles que dão ao mal a aparência do bem.

300.  Eius cantilenam canas, cuius plaustro veheris. Cantarás a cantiga daquele em cujo carro viajares. nAquele louvar devemos, cujo pão comemos. VIDE: lCuius edis panem, illius et aspice nutum. lCuius edo panes, illius et debeo aspicere nutum. lCuius edo panes, illius cantilenam cano.

301.  Eius dentes vel silicem comedere possunt. [Rezende 1567]. Seus dentes podem comer até pedra. VIDE: lQuorum dentes vel silicem comesse possunt.

302.  Eius est interpretari, cuius est condere (legem). [Jur / Black 645]. Explicar a lei compete a quem compete criá-la.

303.  Eius est nolle, qui potest velle. [Jur / Black 645]. Quem pode querer pode não querer.

304.  Eius est periculum cuius est dominium aut commodum. [Jur / Black 645]. Quem tem o domínio ou a vantagem, tem o risco.

305.  Eius est vetare cuius est permittere. [Jur]. Quem pode permitir pode proibir. lEius est vetare qui potest permittere.

306.  Eius nulla culpa est, cui parere necesse sit. [Jur / Black 645]. Quem é obrigado a obedecer não tem nenhuma culpa. VIDE: lIs damnum dat, qui iubet dare; eius vero nulla culpa est, cui parere necesse est.

307.  Eiusdem ferme sunt farinae irrisor, stultus et ignarus. [Schrevelius 1171]. São quase da mesma farinha o zombeteiro, o tolo e o ignorante.

308.  Eiusdem generis. Do mesmo gênero. Da mesma classe. Da mesma natureza.

309.  Eiusdem iuris esse debent, qui sub eodem rege victuri sunt. [Quinto Cúrcio, Historiae 10.3]. Devem ficar sob a mesma lei os que vão viver sob o mesmo rei.

310.  Eiusmodi mortalium sunt res, ut in eodem nihil duret statu. [Eurípides / Grynaeus 262]. As coisas dos mortais são de tal modo que nada possa durar no mesmo estado.

311.  Elapsam occasionem non ipse possit Iuppiter reprehendere. Nem o próprio Júpiter pode recuperar uma oportunidade perdida. nA sorte bate uma vez só à porta de cada pessoa. lElapsum semel non ipse possit Iuppiter reprehendere. [Fedro, Fabulae 5.8.3]. O que foi perdido nem o próprio Júpiter pode recuperar.

312.  Elapso tempore. Esgotado o tempo.

313.  Electa una via, non datur recursus al alteram. [Jur / Black 646]. Escolhido um caminho, não é dado recurso para outro.

314.  Electiones fiant rite et libere sine interruptione aliqua. [Jur / Black 648]. As eleições devem ser feitas na forma devida e com liberdade, sem qualquer interrupção.

315.  Electro lucidior. [Pereira 99]. Mais brilhante do que o raio. nClaro como água.

316.  Eleemosyna non tam accipientibus prodest quam dantibus. [DM 55]. A esmola não favorece tanto a quem a recebe como a quem a dá.

317.  Elegantia sermonis. A elegância da linguagem.

318.  Elegantiae arbiter. [Tácito, Annales 16.18]. O árbitro da elegância. (=Alcunha de Petrônio). VIDE: lArbiter elegantiae. lArbiter elegantiarum.

319.  Elegi te in camino paupertatis. [Vulgata, Isaías 48.10]. Eu te escolhi na fornalha da pobreza.

320.  Elementa quattuor: tellus atque unda, aër atque ignis. São quatro os elementos: a terra e a água, o ar e o fogo.

321.  Elephantem ex musca facis. [Apostólio, Paroimiai 8.14]. De uma mosca fazes um elefante. nDe um argueiro fazes um cavaleiro. nFazes de uma pulga um cavaleiro armado. nFazes de uma pulga um camelo. VIDE: lElephantum ex musca facis. lElephantum e mure facis. lEx musca elephantem.

322.  Elephantem saltare doces. [Schottus, Adagia 275]. Ensinas o elefante a dançar. nMalhas em ferro frio.

323.  Elephanto belluarum nulla prudentior. [Cícero, De Natura Deorum 1.35]. Nenhum animal selvagem é mais prudente do que o elefante.

324.  Elephantos porcina vox terret. [Sêneca, De Ira 2.11.5]. O grunhir do porco apavora os elefantes.

325.  Elephantum ex musca facis. [Erasmo, Adagia 1.9.69]. De uma mosca fazes um elefante. nDe um argueiro fazes um cavaleiro. nFazes de uma pulga um cavaleiro armado. lElephantum e mure facis. [Schottus, Adagia 212]. De um rato fazes um elefante. VIDE: lElephantem ex musca facis. lEx musca elephantem.

326.  Elephantum sub alis celas. [Pereira 121]. Escondes um elefante no sovaco. nQueres tapar o sol com uma peneira. nQueres cobrir o céu com uma joeira. lElephantum sub alis occultas.

327.  Elephantus culicem non curat. [Pereira 107]. O elefante não faz caso do mosquito. nHomem grande não desce a coisas baixas. lElephantus Indus non hili culicem facit. [Schottus, Adagia 615]. lElephas indus culices non timet. [Rezende 1573]. Elefante não tem medo de mosquitos. lElephas muscam non curat. O elefante não dá importância à mosca. VIDE: lIndus elephantus haud curat culicem.

328.  Elephantus non capit murem, nec aquila muscas. [Erasmo, Adagia 1.9.70]. O elefante não apanha ratos, nem a águia apanha moscas. nAs águias não caçam moscas. lElephas murem non capit. [Schottus, Adagia 69]. lElephas murem non mordet. [Apostólio, Paroimiai 8.15]. VIDE: lAnimus excelsus res humiles dispicit. lAquila non capit muscas. lAquila non captat muscas. lAquila non aucupatur muscas. lMurem elephas non capit.

329.  Elige cui dicas: tu mihi sola places. [Ovídio, Ars Amatoria 1.42]. Escolhe a quem dirás: só tu me agradas.

330.  Elige ergo vitam, ut et tu vivas, et semen tuum. [Vulgata, Deuteronômio 30.19]. Escolhe pois a vida, para que vivas tu e a tua posteridade.

331.  Elige ex malis minima. Dos males escolhe os menores. nDos males, o menor. VIDE: lDe duobus malis minus malum est eligendum. lDe duobus malis, minus est deligendum. lDe duobus malis, minus est semper eligendum. lE duobus malis minus eligendum. lE duobus malis, cum maius fugiendum sit, levius est eligendum. lE malis multis malum quod minimum est. lEx malis eligere minima oportere. lMinima de malis eligenda. lMinima de malis. lMinus damnum maiori anteponendum.

332.  Elige quem diligas! Escolhe a quem vais amar! VIDE: lDelige quem diligas! lDeligere oportet quem velis diligere.

333.  Elige viam optimam. [Grynaeus 129]. Escolhe o melhor caminho.

334.  Eliguntur in aedificio lapides angulares, non reprobatis ceteris, qui structurae partibus aliis deputantur. [Tertuliano, Ad Nationes 2.9 / S.Agostinho, De Civitate Dei 7.1.2]. Para um edifício escolhem-se as pedras angulares, sem rejeitar as outras, que são destinadas às outras partes da construção.

335.  Eliguntur uvae ad vescendum, nec reprobantur aliae, quas relinquimus ad bibendum. [S.Agostinho, De Civitate Dei 7.12.2]. Escolhem-se umas uvas para comer, mas não são rejeitadas as outras, que deixamos para fazer bebida.

336.  Eloquar? An sileam? [Virgílio, Eneida 3.39]. Devo falar? Devo calar? lEloquarne, an sileam? [Erasmo, Moriae Encomium 30].

337.  Eloquentia, alumna licentiae, quam stulti libertatem vocitant. [Tácito, De Oratoribus 40]. A eloqüência, essa discípula da licença, que os tolos chamam de liberdade.

338.  Eloquentia male sine moribus discitur. [Grynaeus 234]. Sem princípios morais, não se aprende bem a eloqüência.

339.  Eloquentia sine sapientia gladius est in manu furiosi. [Albertano da Brescia, Liber de Amore 3.7]. Eloqüência sem sabedoria é espada em mão de louco.

340.  Elucet egregia virtus. [Erasmo, Adagia 3.8.62]. A grande virtude resplandece. nA luz, onde está, logo aparece.

341.  Emancipatione desinunt liberi in potestate parentum esse. [Jur]. Pela emancipação deixam os filhos de estar sob o pátrio poder.

342.  Emas non quod opus est, sed quod necesse. [Marcos Catão / Sêneca, Ad Lucilium 94.28]. Comprarás não o que te é útil, mas o que te é necessário. nQuem compra o que não pode vende o que não deve.

343.  Eme et habebis. [Inscrição em balanças de negociantes de Pompéia]. Compra e terás.

344.  Emendatio nulla, ubi nullus est metus. [Tertuliano, De Paenitentia 2.1, adaptado]. Quando não há medo, ninguém se corrige. nO medo é que guarda a vinha.

345.  Emendatio pars studiorum longe utilissima. [Quintiliano, Institutio Oratoria 10.4.1]. A correção é de longe a parte mais útil dos estudos.

346.  Emere catulum in sacco. [Spalding, Guia Prático 116]. Comprar um cachorrinho dentro de um saco. nComprar nabos em saco.

347.  Emere die caeca, vendere oculatu. [Pereira 124]. nComprar fiado, vender de contado. nComprar a crédito, vender à vista.

348.  Emere malo quam rogare. [Cícero, In Verrem 4.6.12]. Prefiro comprar a pedir. nCaro se compra o que se pede. nMais barato é o comprado do que o pedido.

349.  Eminet non imminet. [Divisa do Cardeal Mazarino / Rezende 1577]. Ele domina, mas não ameaça.

350.  Emit morte immortalitatem. [Quintiliano, Institutio Oratoria 9.3.71]. Com a morte adquiriu a imortalidade.

351.  Emitur sola virtute potestas. [Claudiano, Tertium Consulatum 188]. O poder só se adquire com a coragem.

352.  Emori risu. [Erasmo, Adagia 4.1.86]. nMorrer de rir.

353.  Empta dolore docet experientia. A experiência adquirida com sofrimento ensina. nA experiência que não dói, muito pouco ou nada aproveita.

354.  Emptio consensu peragitur. [Digesta 18.1.1.2]. A compra se completa pelo consentimento.

355.  Emptio et venditio contrahitur, simul atque de pretio convenerit. [Institutiones 3.23.1]. A compra e venda se fazem logo que se tenha acordado o preço.

356.  Emptor emit quam minimo potest, venditor vendit quam maximo potest. [Jur / Black 658]. O comprador compra pelo menor preço que pode; o vendedor vende pelo maior preço que pode.

357.  Emunctae naris homo. [Pereira 107]. Um homem de nariz assoado. (=Um homem de bom juízo).

358.  Emungens acrius elicet sanguinem. [Manúcio, Adagia / Bernardes, Nova Floresta 2.254]. Quem assoa com força tirará sangue. VIDE: lQui fortiter emungit elicit sanguinem. lQui vehementer emungit elicit sanguinem.

359.  En ego confiteor: tua sum nova praeda, Cupido. [Ovídio, Amores 1.2.19]. Cupido, eu reconheço: sou tua nova presa.

360.  En ego Fortuna! Si starem sorte sub una et non mutarer, nunquam Fortuna vocarer. [Werner]. Eu sou a Fortuna! Se eu permanecesse sob uma única sorte e não mudasse, nunca seria chamada de Fortuna.

361.  En illa, illa quam saepe optastis, libertas. [Salústio, Catilina 20.5]. Ei-la, ei-la, a liberdade que tantas vezes desejastes.

362.  En lupus in historia. Eis o lobo da história. nFalar no mau e aparelhar o pau. nFalai do ruim, e olhai para a porta. VIDE: lEccum lupus in sermone. lEst lupus in fabula. lVideo lupum.

363.  En quo discordia cives produxit miseros! [Virgílio, Eclogae 1.71]. Eis para onde a discórdia conduziu nossos infelizes concidadãos!

364.  Ens Entium. O Ser dos Seres. O Ser Supremo.

365.  Ens legis. [Jur / Black 664]. Pessoa jurídica.

366.  Ense cadunt multi, feriunt sed crapula plures. [Henderson, Latin Proverbs / Stevenson 965]. Muitos caem pela espada, porém os copos ferem mais gente. nA gula mata mais do que a espada.

367.  Ense et aratro. [Divisa do Marechal Bougeaud / Rezende 1584]. (Servimos à pátria) com a espada e com o arado.

368.  Ense petit placidam sub libertate quietem. [Divisa do Estado de Massachusetts, EUA]. Com a espada, busca a paz tranqüila sob a liberdade. VIDE: lManus haec inimica tyrannis ense petit placidam sub libertate quietem.

369.  Ensis corpus vulnerat, mentem sermo. [Schrevelius 1180]. O corpo é a espada que fere; a mente, é a palavra.

370.  Entia non sunt multiplicanda praeter necessitatem. [William de Ockham, Quodlibeta]. Entidades não devem ser multiplicadas desnecessariamente.

371.  Enumerare omnes fatorum vias longum est. [Sêneca, Epistulae 91.12]. Seria longo enumerar todos os caminhos do destino.

372.  Enumerari non possunt stellae caeli, et metiri arena maris. [Vulgata, Jeremias 33.22]. As estrelas do céu não podem ser contadas, nem ser medida a areia do mar.

373.  Enumerat miles vulnera, pastor oves. [Propércio, Elegiae 2.1.45]. O soldado conta os ferimentos, o pastor conta as ovelhas. nCada um fala do que trata.

374.  Enumeratio unius est exclusio alterius. [Jur / Black 669]. A especificação de uma coisa é a exclusão de uma outra coisa. VIDE: lExpressio unius est exclusio alterius.

375.  Eo animo. Com essa intenção.

376.  Eo breviores, quo gratiores. [Inscrição em quadrante solar]. As horas, quanto mais agradáveis, tanto mais breves. VIDE: lGrata brevissima.

377.  Eo die. Nesse dia. No mesmo dia.

378.  Eo dilucidior narratio fiet, quo brevior. Quanto mais breve a narração, mais brilhante ficará. VIDE: lQuo brevior, dilucidior et cognitu facilior narratio fiet.

379.  Eo instante. [Broom 36]. Naquela iminência. Naquele mesmo momento. Imediatamente.

380.  Eo intuitu. Com essa intenção. Com a mesma intenção.

381.  Eo ipso. Por isso mesmo. Por esse fato.

382.  Eo magis elucet vera virtus, quo occultatur. [Cícero, Pro Roscio Amerino 86]. Quanto mais se oculta, tanto mais brilha a verdadeira virtude.

383.  Eo magis praefulgebant quo non videbantur. [Tácito, Annales 3.76]. Tanto mais brilhavam, quanto mais se ocultavam.

384.  Eo maior est gloria, quo serior. [Sêneca, Epistulae 79.13, adaptado]. Quanto mais tarde chega a glória, maior é.

385.  Eo nomine. Com esse nome. Por esse nome. Sob esse nome.

386.  Eo praetextu. Com a justificativa. Com essa justificativa.

387.  Eo tempore. Naquele tempo. VIDE: lIn diebus illis. lIn illo tempore. lIn tempore illo.

388.  Eodem animo beneficium debetur, quo datur. [PSa]. O benefício é devido com o mesmo espírito com que é dado.

389.  Eodem collyrio mederi omnibus. [Erasmo, Adagia 4.8.21]. Curar a todos com o mesmo ungüento. Eodem collyrio medetur omnibus. [Dumaine 235]. Ele trata a todos com o mesmo remédio.

390.  Eodem cubito, eadem trutina, pari libra. [DAPR 441]. Com o mesmo côvado, com a mesma balança, com peso igual. nComo me medires, assim te medirei.

391.  Eodem cubito metiri. [Pereira 110]. Medir a todos com o mesmo metro. nMedir a todos pela mesma rasoura. lEodem cubito remetiar. [Pereira 100]. Medirei pelo mesmo metro. nComo me medires, assim te medirei. lEodem mensura remetiar. [Pereira 100].

392.  Eodem in ludo docti. [Erasmo, Adagia 2.8.50]. Estudaram na mesma escola. nSão farinha do mesmo saco. nSão vinho da mesma pipa. nSão lobos da mesma alcatéia. nTodos são da mesma estofa. VIDE: lSunt omnes eiusdem furfuris. lSunt omnes eiusdem farinae.

393.  Eodem iure quo res contrahitur, dissolvitur. [Jur]. Pelo mesmo direito com que se contrata um negócio, se distrata.

394.  Eodem laborat morbo. [Stevenson 1429]. Ele sofre da mesma doença que eu. nSomos vinho da mesma pipa.

395.  Eodem mihi pretio sal praehibitur quo tibi. [Plauto, Persa 429]. A mim o sal é vendido ao mesmo preço que a ti.

396.  Eodem modo erga amicum affecti simus, quo erga nosmetipsos. [Cícero, De Amicitia 56]. Devemos agir em relação a um amigo do mesmo modo que agimos em relação a nós mesmos.

397.  Eodem poculo bibes. Beberás da mesma taça. (=Compartilharás da mesma sorte). lEodem poculo quo ego bibi biberet. [Plauto, Casina 767]. Da mesma taça que eu bebi, ele também beberá. (=Vai passar pelo mesmo que eu passei).

398.  Eodem prognati sunt ovo. [Pereira 121]. Nasceram do mesmo ovo. nSão unha e carne.

399.  Eodem tempore. Ao mesmo tempo.

400.  Eorum unus surrupuit currenti cursori solum. [Plauto, Trinnumus 1023]. Um deles roubou o sapato do corredor em plena corrida.

 

MENU RÁPIDO