O ERRO DE LUTERO
Sustentam alguns contemporâneos, mesmo dentre
os protestantes, que o único erro de Martinho Lutero teria sido conduzir a
Reforma fora da Igreja. São esses os que dizem que, se as ações do monge
agostiniano que iniciou a maior revolução eclesiástica jamais vista fossem
feitas dentro da Igreja, haveria uma justa reforma e hoje a Cristandade
Ocidental continuaria unida.
Discordamos de tal tese. Reconhecendo que certa disciplina eclesial realmente
devesse passar por uma série de correções, o que foi feito de modo muito eficaz
pelo Concílio de Trento, não podemos admitir que se queira atribuir a Lutero
somente o título de cismáticos. Mais do que combater abusos dos filhos e membros
da Igreja, e não da própria, pois é santa e indefectível, o reformador
afastou-se da doutrina ensinada por Cristo, da Revelação, constituindo-se
herege. Era, pois, impossível a Lutero manter-se dentro da Igreja com suas
próprias idéias contrárias à ortodoxia. Ao lutar contra algumas práticas acerca
das indulgências, negou a validade destas últimas. Pretendendo combater certas
tendências quase-pelagianas de alguns monges, as quais nunca foram aprovadas
pela Igreja, diga-se de passagem!, negou o livre-arbítrio. E em tudo, para
justificar suas teorias, negou o ensino dos Papas e da Tradição, apegando-se só
à Escritura no momento em que esta própria o desmente, arranca sete livros do
cânon do Antigo Testamento, tenta impugnar a Epístola de São Tiago, e, do que
sobra, reinterpreta livremente, ao sabor de suas preferências, por vezes
invocando os mesmos autores da Tradição que ele mesmo não aceita, evidentemente
tirados de seu contexto.
O erro de Lutero não foi ter se separado da Igreja para fazer a Reforma, e sim
partir de premissas heréticas para conduzi-la, o que necessariamente o colocaria
fora da comunhão. Como advogar que o monge Martinho poderia guiar seu protesto
dentro da Igreja se na base deste estava a rejeição do primado de São Pedro e
seus sucessores, os Papas, do sacerdócio hierárquico distinto do sacerdócio
comum dos fiéis, da mudança substancial na Eucaristia, da qual vive a Igreja, da
Tradição como regra de fé e prática, do Magistério de seus legítimos pastores? É
inerente à Reforma Protestante estar fora e contra “a Igreja de Deus vivo,
coluna e sustentáculo da verdade.” (2 Tm 3,15)
Em que consistiu o movimento luterano? Na pregação de que basta a fé para a
salvação; na confusão entre a certeza de estar salvo e a virtude teologal da
esperança; na negação do livre-arbítrio, qualificando toda graça como
obrigatoriamente eficaz; na noção de que a Missa é uma mera ceia comemorativa do
sacrifício da Cruz, e que nela Cristo Se faz presente sem alteração das
substâncias do pão e do vinho; no conceito de que a justificação é extrínseca,
declaratória, forense, como se a graça não transformasse o pecador de fato, mas
apenas juridicamente, à maneira de uma capa que o recobriria para que Deus o
declarasse justo; na sustentação de que toda doutrina, para ser parte da
Revelação, para ser verdadeira, deve estar necessariamente na Bíblia; na crença
de que todos podem interpretar o dado revelado igual e diretamente, sem a
intermediação do Magistério.
Ora, tudo isso nada mais é do que o rechaçar puro, explícito e pertinaz da Fé da
Igreja. Conclui-se, pois, que é da natureza da Reforma Protestante, da essência
dos planos e idéias de Lutero estar fora da Igreja santa e católica. Quis ele
colocar-se nessa situação: a Igreja apenas declarou o que era óbvio. E para uma
reforma sem rompimento com a Igreja deveria Lutero abdicar de sua teologia
equivocada.
A Igreja sempre afirmou justamente o contrário do ensino luterano:
- A fé sem as obras é morta. “De que aproveitará, irmãos, a alguém dizer que tem
fé, se não tiver obras? Acaso esta fé poderá salvá-lo? (...) Assim também a fé:
se não tiver obras, é morta por si mesma. Mas alguém dirá: ‘Tu tens fé, e eu
tenho obras.’ Mostra-me a tua fé sem obras e eu te mostrarei a minha fé pelas
minhas obras. Crês que há um só Deus. Fazes bem. Também os demônios crêem e
tremem. Queres ver, ó homem vão, como a fé sem obras é estéril? Abraão, nosso
pai, não foi justificado pelas obras, oferecendo o seu filho Isaac sobre o
altar? Vês como a fé cooperava com as suas obras e era completada por eles.
(...) Vede como o homem é justificado pelas obras e não somente pela fé? (...)
Assim como o corpo sem a alma é morto, assim também a fé sem obras é morta.” (Tg
2,14.17-22.24.26)
- É absolutamente impossível a alguém, sem especial graça atual de Deus,
saber-se salvo. Portanto, a certeza da salvação, excetuado algum caso
extraordinário, é, no mais das vezes, presunção, seja da própria santidade sem
qualquer referência à graça santificante, seja da ação desta. Por outro lado,
não devemos desesperar da salvação, se cremos em Cristo e vivemos como Ele
manda. Nem certeza nem desespero, mas esperança de que, pela graça de Deus
livremente correspondida por nossa vontade e inteligência seremos salvos. Para
enfrentar o desespero, Lutero pecou pela sustentação do erro diametralmente
oposto. São Paulo mesmo, grande animador dos cristãos, que os exortava a nunca
perder a esperança da salvação, não tinha a certeza de ser salvo: “De nada me
acusa a consciência; contudo, nem por isso sou justificado. Meu juiz é o Senhor.
Por isso, não julgueis antes do tempo; esperai que venha o Senhor. (...) Então
cada um receberá de Deus o louvor que merece.” (1 Co 4,4-5a.6d) Se tivéssemos
certeza da salvação e para Lutero, que confunde fé com esperança e confiança,
crer é saber-se salvo, ao passo em que a doutrina católica afirma que ela é a
adesão do intelecto movido pela vontade e iluminado pela graça à Revelação de
Deus, estaríamos descansados. Mas a Bíblia diz: “vós que sempre fostes
obedientes, trabalhai na vossa salvação com temor e tremor.” (Fl 2,12)
- A graça de Deus é o princípio da salvação, é o convite a ser salvo, e sem ela
ninguém pode nem sequer dar o primeiro passo em direção a Ele. Tal fato,
todavia, não anula a necessária colaboração do homem à ação da graça, que se faz
pelo livre-arbítrio. Se é erro o pelagianismo doutrina que defende ser o homem
capaz de salvar-se por sua própria natureza, excluindo a graça ou considerando-a
mero estímulo a modo de exemplo, atribuindo valor absoluto ao livre-arbítrio, e
também o semi-pelagianismo, heresia digamos “mais moderada”, a qual pretende que
a graça salve, mas o primeiro movimento da salvação entende partir do
livre-arbítrio, é igualmente equivocado o luteranismo, e sua forma mais radical,
o calvinismo, negadores da liberdade, os quais consideram à graça ações que a
ultrapassam. A soteriologia de Lutero, aliás, é produto de outra confusão sua:
como mesmo após o Batismo permanece uma tendência ao pecado a concupiscência, o
reformador alemão pensa que o que continua a existir no homem mesmo batizado e
regenerado é o próprio pecado daí sua máxima do que o homem é simul justus et
peccator, da qual nos ocuparemos mais adiante ao falar da justificação forense
de Lutero.
- A Santa Missa não é uma mera comemoração do sacrifício de Cristo na Cruz, mas
o próprio sacrifício, tornado real e novamente presente. Não se trata,
outrossim, de novo sacrifício e Lutero, nova confusão, para combater esse erro
da pluralidade de sacrifícios, quando um só bastou (o que fez bem), pelejou
contra a noção católica, inconteste desde os tempos apostólicos e claramente
ensinada pelos Padres Antigos, de que a Missa é um sacrifício (o que fez mal).
Cruz e Missa são um só. O ataque de Lutero não procede. Pensou ele que, quando a
Igreja diz que a Missa é um sacrifício, estava ela afirmando que este era um
novo, como se o da Cruz não fosse, para ela, suficiente. Para atacar um erro
que, lembramos, não havia, porque a Igreja sempre pregou que a Missa não era um
novo, mas o mesmo sacrifício tornado presente, inventou Lutero outro erro.
Faltou ao heresiarca mais estudo da doutrina da Igreja. Leu, não entendeu, e
atacou o que pensou ter entendido. No Rio Grande do Sul diz-se que semelhante
comportamento é típico de quem “mirou no que viu e atirou no que não viu.”
Cremos que, no caso, Lutero mirou até no que não viu! Males que a falta de
humildade traz...
- Na Missa, que além de ceia é também sacrifício, a presença de Cristo se dá
pela mudança das substâncias transubstanciação do pão e do vinho em Seu Corpo e
Sangue. “Tomai e comei, isto é meu corpo” e “bebei deles todos, porque isto é
meu sangue, o sangue da Nova Aliança[1][1], derramado por muitos homens em
remissão dos pecados” (Mt 26,25.27c-28), disse Jesus. Noutro discurso
explicitou: “E o pão, que eu hei de dar, é a minha carne para a salvação do
mundo. (...) Em verdade, em verdade vos digo: se não comerdes a carne do Filho
do homem, e não beberdes o seu sangue, não tereis a vida em vós mesmos. Quem
come a minha carne e bebe o meu sangue tem a vida eterna, e eu o ressuscitarei
no último dia. Pois a minha carne é verdadeiramente uma comida e o meu sangue,
verdadeiramente uma bebida. Quem come a minha carne e bebe o meu sangue
permanece em mim e eu nele.” (Jo 6,51c.53-56) Desse modo, terminada a Missa,
Nosso Senhor continua na hóstia consagrada.
- A justificação se dá de fato, não só de direito! Pela graça, o homem é real e
progressivamente transformado. Uma vez justo, ele o é de verdade, não apenas por
uma declaração jurídica de Deus. Mais do que uma capa que reveste o pecador, a
graça o muda interiormente. O índice doutrina anexo à Bíblia editada pela
Ave-Maria, no verbete “justificar” assim dispõe: “Afirmam os protestantes que
justificar tem sempre o sentido de ‘declarar justo’. Não há dúvida de que assim
seja entre os autores profanos, e que o mesmo suceda na Sagrada Escritura sempre
que o sujeito do verbo for um ser finito, porque apenas Deus pode conferir a
justiça. Porém, quando se trata de Deus, o verbo inúmeras vezes significa tornar
justos os homens (transformando-os de um estado a outro): Is 53,11; At 13,38ss;
II Cor 5,21. Note-se ainda que o juízo de Deus é sempre conforme a realidade e
ninguém pode ser declarado justo sem sê-lo realmente. Quando Deus justifica o
ímpio, é necessário que o encontre justo ou o justifique. Do contrário, ou Deus
estaria declarando justo que o não é ou estaria realmente justificando. Não se
encontra um texto em que um homem justificado por Deus é ainda chamado pecador.
Segundo São Paulo, a justificação é uma ‘justificação de vida’, isto é, confere
a vida sobrenatural: Rom 5,8.”
- A Revelação não foi guardada só pela Bíblia. Cristo nem ordenou aos Seus que
escrevessem, mas que pregassem! A doutrina verdade é a pregada pelos Apóstolos,
por eles ensinada através da Bíblia e também oralmente. Essa pregação oral é a
Tradição, sempre defendida por todos os escritores cristãos dos primeiros
séculos, unanimemente sustentada pelos Padres Antigos, desde o princípio do
cristianismo. A Bíblia mesmo manda que creiamos na Tradição Lutero cai, em erro
de sua própria (i)lógica interna. “Intimamo-vos, irmãos, em nome de nosso Senhor
Jesus Cristo, que eviteis a convivência de todo irmão que leve ociosa e
contrária à tradição que de nós tendes recebido.” (2 Ts 3,6) “Ficai firmes e
conservai os ensinamentos que de nós aprendestes, seja por palavra, seja por
carta nossa.” (2 Ts 2,15) “A nossa pregação não provém de erro.” (1 Ts 2,3) Os
livros da Bíblia, aliás, só foram compostos totalmente muitos anos depois do
início da pregação apostólica: onde estava a doutrina verdadeira nessa época, se
não na Igreja, na Tradição oral? Por último, lembremos que só no IV século é que
um sínodo de Bispos i.e., a autoridade da Igreja, guiada pelo Papa, os quais
foram negados por Lutero! declarou quais eram os livros da Bíblia, e quais eram
espúrios. Nesse tempo todo, só a Tradição oral a fonte segura da doutrina
revelada e com o advento da Sagrada Escritura, não deixou aquela de continuar
sendo, sob pena de Deus desdizer-Se. Para crermos na Bíblia, portanto, temos de
crer primeiramente na Tradição e no Magistério da Igreja. “Eu não creria nos
Evangelhos se não me levasse a isso a autoridade da Igreja Católica.” (Santo
Agostinho. Contra epistulam Manichaei quam vocant fundamenti, 5,6: PL 42,176)
“Sobre os dogmas e querigmas preservados pela Igreja, alguns nós possuímos
ensinamento escrito e outros recebemos da tradição dos Apóstolos, transmitidos
pelo mistério. Com respeito à observância, ambos são da mesma força. Ninguém que
seja versado mesmo um pouco no proceder eclesiástico, deverá contradizer
qualquer um deles, em nada. Na verdade, se tentarmos rejeitar os costumes não
escritos como não tendo grande autoridade, estaríamos inconscientemente
danificando os Evangelhos em seus pontos vitais; ou, mais ainda, estaríamos
reduzindo o querigma a uma única expressão.” (São Cipriano de Cartago. O
Espírito Santo, 27,36) “‘Cristo Senhor, em que se consuma toda a revelação do
Sumo Deus, ordenou aos Apóstolos que o Evangelho, prometido antes pelos
profetas, completado por ele e por sua própria boca promulgado, fosse por eles
pregado a todos os homens como fonte de toda a verdade salvífica e de toda a
disciplina de costumes, comunicando-lhes dons divinos.’ A transmissão do
Evangelho, segundo a ordem do Senhor, fez-se de duas maneiras: oralmente ‘pelos
apóstolos, que na pregação oral, por exemplos e instituições, transmitiram
aquelas coisas que ou receberam das palavras, da convivência e das obras de
Cristo ou aprenderam das sugestões do Espírito Santo’; por escrito ‘como também
por aqueles apóstolos e varões apostólicos que, sob a inspiração do mesmo
Espírito Santo, puseram por escrito a mensagem da salvação.’” (Catecismo da
Igreja Católica, 75-76) “Dá-se o nome de Tradição à doutrina revelada por Deus
que não está contida na Escritura, tendo-se conservado por diversos meios. Por
isso se diz que a Tradição é ‘complemento’ da Sagrada Escritura; assim, por ex.,
nem tudo o que Nosso Senhor Jesus Cristo fez ou disse foi escrito, e no entanto
foi transmitido infalivelmente, graças à assistência do Espírito Santo. A
Tradição chegou até nós por meio da pregação, da própria vida da Igreja, dos
escritos dos Padres da Igreja, da Liturgia e de outras formas...” (ARCE, Pablo;
SADA, Ricardo. op cit.; p. 48)
- Se cada um pode livremente interpretar a Bíblia, qual das interpretações
conflitantes é a autêntica? Sempre que um protestante interpreta algum trecho da
Sagrada Escritura afirma ser guiado pelo Espírito Santo. E é por isso quem se a
interpretação do pastor conflita com a do fiel ou de outro pastor, logo surge
uma nova “igreja”, dizendo-se portadora da verdade sendo que a primitiva, de
onde esta se originou, também afirmava o mesmo. Mais de 40.000 verdades umas
contra as outras??!! O “Espírito Santo” protestante é esquizofrênico? Para a
Igreja Católica, única fundada por Cristo, a leitura da Bíblia deve conformar-se
com a interpretação do Magistério. “Ninguém pode compreender a Sagrada Escritura
se não tiver alguém que o preceda e lhe mostre o caminho.” (São Jerônimo) O
Espírito Santo que inspirou a Bíblia ilumina os Bispos e o Papa, pastores da Sua
Igreja, para o correto entendimento da doutrina naquela contida: “Antes de tudo,
sabei que nenhuma profecia da Escritura é de interpretação pessoal.” (2 Pe 1,20)
Sobre os textos da Bíblia, ela mesmo diz que em certos trechos das cartas de São
Paulo “há algumas passagens difíceis de entender, cujo sentido os espíritos
ignorantes ou pouco fortalecidos deturpam, para a sua própria ruína, como o
fazem também com as demais Escrituras.” (2 Pe 3.16) Para evitar essas
interpretações pessoais já se disse que cada protestante é seu próprio papa,
dado que afirmam, pelo livre-exame da Bíblia, ter a interpretação correta, a
qual se diferencia das de outros que sustentam igualmente terem sido inspirados
ou iluminados pelo Espírito Santo, Cristo Jesus fundou uma Igreja sobre os
Apóstolos, ordenando-lhes: “Ide e ensinai todos os povos” (Mt 28,20). Prometeu
também a eles e seus sucessores, os Bispos em comunhão com o Papa: “Quem vos
ouve[2][2] a mim ouve” (Lc 10,16); “o Espírito Santo vos[3][3] ensinará
todas[4][4] as coisas” (Jo 14,26); e “ficará eternamente convosco” (v. 16). Para
quem pretendia ter como regra de fé somente a Bíblia, como Lutero, parece que
ele não foi fiel nem ao menos à sua própria tese teológica, à sua própria
heresia!
A diferença entre os erros protestantes e a verdade católica não para por aí. Do
livre-exame e da Sola Scriptura luteranos saem verdadeiros absurdos, alguns dos
quais contrários ao ensino do próprio Lutero, mas defendidos pelos seus
continuadores na heresia: negação do culto às imagens, rejeição do culto dos
santos e da Virgem, caráter meramente simbólico da Eucaristia – Lutero defendia
uma presença real (deturpada, mas real) –, crença de que o Papa é a Besta do
Apocalipse etc. Isso que não estamos falando do antagonismo notório entre as
visões culturais protestante (especialmente a calvinista) e católica, suas
noções em filosofia e antropologia, totalmente incompatíveis com o pensamento da
Igreja.
Assim, uma reforma de Lutero dentro da Igreja só seria possível se não houvesse
em sua obra e pregação erros teológicos manifestos. O erro de Martinho Lutero
não foi fazer a Reforma fora da Igreja, mas pretender reformar a doutrina
revelada por Cristo.
“De fato, não há dois (evangelhos): há apenas pessoas que semeiam a confusão
entre vós e querem perturbar o Evangelho de Cristo. Mas, ainda que alguém nós ou
um anjo baixado do céu vos anunciasse um evangelho diferente do que vos temos
anunciado, que ele seja anátema. Repito aqui o que acabamos de dizer: se alguém
pregar doutrina diferente da que recebemos, seja ele excomungado!” (Gl 1,7-9)
Dr. Rafael
Vitola Brodbeck
http://www.presbiteros.com.br/doutrina/O%20erro%20de%20Lutero.htm